
Uruguaio é esperança de gols no duelo desta segunda-feira (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
Atuar no Pacaembu já virou rotina no Santos em 2018. Dos 30 jogos que mandou nesta temporada, 11 foram no estádio da capital, promessa da campanha do presidente José Carlos Peres. No entanto, o time mais artilheiro da história do mundo ainda não conhece direito o caminho das redes do estádio.
Nas 11 partidas foram apenas 10 gols marcados, média inferior a um gol por jogo. Apenas duas vezes em toda a temporada o Santos conseguiu anotar mais um tento no mesmo confronto: contra o Nacional do Uruguai e diante do Ceará.
A média é bem inferior a da Vila Belmiro, de mais de 1,5 gols por jogo, e para piorar, nesta segunda-feira, às 20h, quando recebe a Chapecoense no Pacaembu, o Peixe ainda estará sem o seu artilheiro na temporada: Gabigol, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.
Quem tenta aparecer para suprir a ausência do goleador máximo do Campeonato Brasileiro é o uruguaio Carlos Sánchez, que anotou três dos últimos 18 gols santistas, ficando atrás apenas do próprio Gabigol, que fez 9; os outros tentos foram marcados por Dodô, Victor Ferraz, Diego Pituca, Derlis González e Copete, além de um gol contra.
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