
Paulo Roberto Falcão detonou Conmebol e cobrou ações (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
O Santos saiu do Uruguai com a derrota de 2 a 1 para o Audax Italiano, pela Copa Sul-Americana, em jogo importante que poderia fazer a equipe renascer na competição. Pior do que o placar, a equipe de Vila Belmiro fez fortes reclamações contra arbitragem e principalmente com um novo caso de racismo.
Aos 32 minutos da segunda etapa o atacante Ângelo foi substituído e, para acelerar a saída, deixou o campo pelas laterais do gramado. Foi neste momento que ele foi xingado e chamado de “macaco” por um torcedor local que estava nas arquibancadas.
Paulo Roberto Falcão, coordenador de futebol do Peixe, fez duras críticas à Conmebol, pediu ações imediatas e relembrou o caso envolvendo o atacante Vinicius Junior, do Real Madrid. Em duelo contra o Valencia, o jogador brasileiro foi chamado por parte da torcida de “macaco”. O ocorrido repercutiu no mundo inteiro, inclusive no Peixe, que se posicionou.
“Manifestação triste de racismo e que precisa ser combatida seriamente. Não é possível que a gente tenha tido no mundo a repercussão que tivemos com o caso do Vini Jr. e hoje as pessoas repetem isso aqui. Tem que ter punição”, disse Falcão.
“Isso depois de terem feito o que fizeram com o Vinicius Jr. lá (na Espanha). Para você ver que as coisas não param se não tiver medidas sérias, punições severas, porque não é difícil identificar. Alguém tem que parar com isso, depende muito das instituições, a gente reclama, a gente lamenta e isso fica em nosso limite”, completa o coordenador.
Outra reclamação do executiva envolve o árbitro do jogo, Christian Ferreyra, do Uruguai. O Peixe chegou a abrir o placar com Camacho, mas foi surpreendido nos acréscimos com a expulsão do zagueiro Joaquim e o gol de empate do atacante Sosa, atleta que se envolveu no cartão vermelho do defensor santista. O mesmo jogador ainda faria o segundo gol da equipe chilena no começo do segundo tempo.
“Hoje tivemos que ter muita paciência com arbitragem, mas muita paciência. São coisas que não se comparam, o racismo é muito mais importante do que qualquer situação de jogo. Mas como foi uma situação em que aconteceu e mudou o jogo com a expulsão do Joaquim, quando ele é pisado no pé e leva o cartão sem nada ter feito. No segundo sim, mereceu o amarelo. Mas já era o segundo. Arbitragem lamentável. Fizemos um grande primeiro tempo, fica difícil jogar com 10. Arbitragem lamentável, não é um arbitro que apita grandes jogos, nos informamos sobre isso. Não entendo esse tipo de coisa da Conmebol. Não estou falando lamentando resultado”, completa Falcão.
Com o placar, o Peixe ficou em situação complicada na Sul-Americana. Com apenas quatro pontos, a equipe alvinegra ocupa a 3ª colocação do Grupo E, três pontos atrás do próprio Audax Italiano e oito do Newell’s Old Boys. O primeiro colocado do grupo avança de fase, e o segundo disputa um play-off com times que saíram da Copa Libertadores. O Peixe já não em mais chances de classificação direta.
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Esse fantoche do Ruela e nada são a mesma coisa, figura meramente decorativa e não acrescenta nada.
O SANTOS PRECISA VIRAR SAG. O NIVEL DE AMADORISMO E VISIVEL.
OS EPISODIOS DAS CHUTEIRAS MOSTRA ISSO.
UM ZAGUEIRO DO SANTOS JOGOU COM CHUTEIRA RASGADA APOS A DO JOGO TER TIDO PROBLEMA.
AGORA FOI A VEZ DO JOAQUIM, JOGAR COM CHUTEIRA COM DIFERENTE , POR NAO TER UM PAR RESERVA A DISPOSICAO.
ACHEI UM ABSURDO, COISA AMADORA MESMO.
SOBRE AMADORISMO, ME ESQUECI. TEVE O CASO DO SOTELDO, QUE QUASE NAO JOGA POR PROBLEMAS NA DOCUMENTACAO PARA ENTRADA NO CHILE.
COMO E QUE BOCE QUER QUE UM TIME DESSE SUBA DE PATAMAR.
NAO E SO O NIVEL DOS ATLETAS, E O NIVEL DE TODO O CONJUNTO DO CLUBE.
E MUITO AMIGUINHO DO REI. E POUCO PROFISSIONALISMO.
E eu achando que o Santos tinha jogado no Chile. Segundo o Diário do Peixe foi no Uruguai.