Alexandre Gallo garante o foco é apenas em afastar Santos do Z-4 (Foto: Raul Baretta / Santos FC)

O Santos enfrenta uma temporada complicada em 2023, especialmente no Campeonato Brasileiro, onde a equipe luta para evitar um inédito rebaixamento na competição.

Na última quinta-feira, o coordenador Alexandre Gallo concedeu uma entrevista durante o evento da FPF (Federação Paulista de Futebol), onde os grupos do Paulistão 2024 foram definidos. Lá, ele abordou o foco em afastar o fantasma do rebaixamento.

“Isso é fundamental, tem sido nossa vida. Estamos colocando tudo em jogo; não há outro pensamento para o futuro, nenhuma outra consideração, a não ser superar essa situação o mais rápido possível. Acredito que estamos próximos, os atletas estão se esforçando muito, todos envolvidos no CT, a direção, todos estão totalmente comprometidos com isso, e, se Deus quiser, alcançaremos o objetivo de manter o Santos na Série A”, afirmou Gallo.

O Santos está a três pontos de conquistar os tão sonhados 45 pontos. Para isso, a equipe comandada por Marcelo Fernandes terá mais quatro rodadas para igualar ou ultrapassar esse número.

Alexandre Gallo também foi questionado sobre a mudança de chave da equipe na competição, já que o Peixe se encontrava no Z-4 em uma situação delicada.

“Acredito que começou naquele jogo contra o Bahia. Foi bastante emblemático o que aconteceu com o Marcelo (Fernandes), a motivação dos atletas. Eu buscava aquilo e senti que deram o máximo naquele momento. A partir daquele jogo, no final, sabia que a continuidade seria com o Marcelo. Avisei a ele no dia seguinte de manhã, e dali começamos um grande trabalho com altos e baixos. Passamos por problemas contra o Internacional, não foi fácil, mas corrigimos a rota imediatamente. Tivemos uma reunião com toda a equipe para corrigir essa rota o mais rápido possível, e aconteceu. Claro que ainda é cedo; vamos lutar bastante, porque temos os pés no chão. Não saímos da situação ainda; ela ainda é bastante perigosa, mas continuaremos lutando e acreditando sempre”, concluiu o coordenador.

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