Cleber Xavier trouxe outros três profissionais ao Santos (Crédito: Divulgação)

Cleber Xavier, novo técnico do Santos, explicou as características da comissão técnica que trouxe ao clube. O profissional veio com os auxiliares Matheus Bachi, filho de Tite, e Vinicius Marques, além do preparador físico Fábio Mahseredjian. César Sampaio, que vinha sendo o interino, volta ao cargo de auxiliar ‘da casa’. Cleber comentou sobre sobre funções ‘divididas’ e coletiva, mas trabalho conjunto e já visando na sequência de jogos.

“Ficou muito para fora durante nosso trabalho na Seleção e Flamengo sobre divisões. E não são definitivas, são pontuais. Momentos meus, Cesar ou Matheus. Tite funcionava desse jeito e eu funciono assim, abrindo espaços. Encontramos profissionais de qualidade no Santos. Fico feliz em reencontrar o Sampaio, fiquei feliz quando ele veio para cá. Quando Tite parou por tempo indeterminado para tratamento, Matheus e Fabio ficaram à disposição no mercado e o Vinicius eu trouxe desde que parei para desenvolver um trabalho. Fez cursos na CBF Academy comigo, Licença A, PRO e muita relação com a base. Eu vim da base, vou aproveitar muito a base no Santos. Sampaio cuida inicialmente disso, Vinicius também e vou estar junto. Cada um tem seu estilo, sua qualidade. Matheus trabalha defesa e ataque muito bem, Vinicius também, dinâmica de passe, aproximação e progressão. Está muito em cima. A ideia inicial era trazer o Vinicius no trabalho que eu iria fazer e o meu preparador, mas conseguimos juntar na conversa com o presidente e Pedro essa comissão. Foco no CRB, após no Grêmio e aí uma semana para organizar. No trabalho defensivo de ontem, todos colaboraram. Eu, Matheus e colaboração do Vinicius. Nos reunimos, vamos reunir de novo e vamos definir o trabalho ofensivo da tarde”, esclareceu.

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Com contrato até o fim da temporada, Cleber comentou sobre o primeiro passo na Copa do Brasil e depois o objetivo principal em sair da zona de rebaixamento do Brasileirão. O treinador evitou colocar expectativas para o elenco ao decorrer do ano e falar sobre contratações no meio de ano. Ele reforçou que conta com todos os jogadores do plantel e quer resposta em campo, mas ressaltou realidade dura para superar fase na Série A.

“O mercado do meio do ano existe, né? Futebol é definido em cima disso, as contratações iniciais. Chego com elenco montado. Conto com todos que estão no clube. Já vivemos muito isso, de pegar atleta desacreditado, com algum problema, e trazer para uma situação positiva. Liderança de convencimento, com boa gestão. Conversa fica no desempenho do campo. Vamos sair jogo a jogo, depois da Copa do Brasil no Brasileirão vamos sair dessa situação. Tentar levantar, achar forma de jogar, os resultados positivos e a partir daí desenvolver atletas para formar equipes. Depois podemos conversar com a diretoria sobre busca de um, dois ou três, do número que for. Muitos atletas têm outra proposta, temos que trabalhar com calma, paciência. A realidade é agora. O mundo real é a estreia na Copa do Brasil. Campeonato que conquistou há 15 anos. Trabalhar para isso. A partir da sexta pensamos em sair dessa situação no Campeonato Brasileiro”, ressaltou.