Rollheiser comemora com Neymar o primeiro gol do Santos na Vila (Divulgação/Santos FC)

Santos enfrentou o Bragantino neste domingo (10), na Vila Belmiro, em mais uma rodada do Campeonato Brasileiro e, depois de um longo jejum de sete partidas, finalmente voltou a vencer na temporada.

Neymar, autor do primeiro gol da vitória, e Rollheiser, com muita movimentação, foram decisivos para o bom resultado. Outros que merecem destaque são o goleiro Diógenes, com importantes intervenções, e os argentinos Adonis Frias, com um gol, e Barreal, um verdadeiro “motorzinho” no meio-campo.

Confira as atuações segundo análise do DIÁRIO.

Diógenes: Ganhou nova chance após falha bizarra contra o Bahia e fez ótima partida, com ao menos duas ótimas defesas. Nota: 7

Igor Vinícius: Algumas boas jogadas, mas poderia ter rendido mais. Nota: 5

Lucas Veríssimo: Seguro e eficiente.  Nota: 6,5

Adonis Frias: Saiu de quarta opção para titular e marcou o gol que decretou a vitória por 2 a 0. Nota: 7

Escobar: O mesmo de sempre. Muita luta, pouco futebol. Nota: 4,5

João Schmidt: Bem na marcação, ainda arriscou bons lançamentos. Nota: 6

Christian Oliva: Eficiente na marcação, mas poderia ter participado mais do jogo. Nota: 5,5 (Willian Arão): Entrou para dar novo fôlego ao meio. Nota: 5,5

Gabriel Bontempo: Melhorou da metade do primeiro tempo em diante e participou da jogada do gol de Neymar. Nota6 (Rony): Entrou para inibir as subidas de Juninho Capixaba. Cumpriu a função. Nota: 6

Rollheiser: Cresceu de produção durante o jogo e foi importante no lance do gol de Neymar. Nota7 (Miguelito): Pouco tempo em campo. Sem nota

Neymar: Não estava bem no jogo, errando praticamente tudo que tentava, mas, no fim do primeiro tempo, fez o gol do alívio. Nota: 7 (Gabriel Barbosa): Muita vontade, mas poucas chances. Nota: 5

Barreal: Surpresa da escalação, foi o melhor do time, especialmente no primeiro tempo. Roubou bolas importantes e ainda se arriscou na frente. Nota: 7 (Moisés): Pouco tempo em campo. Sem nota

Cuca: Perdeu Luan Peres de última hora e, em vez de escalar o promissor João Ananias, apostou em Adonis Frias. Qualquer crítica foi por terra após o gol do argentino. Nota: 6