
Gustavinho teve que sair do clássico após sentir dores (Crédito: Raul Baretta/Santos FC)
O técnico Cuca comentou sobre a saída do volante Gustavo Henrique ainda aos 24 minutos do primeiro tempo na vitória do Santos sobre o Corinthians por 2 a 1, na Neo Química Arena, pela 25ª rodada do Brasileirão, neste domingo (30). O Menino da Vila retornou recentemente aos jogos depois de se recuperar de uma lesão muscular no bíceps femoral da coxa direita, mas o treinador afirmou que não sabe se é a mesma lesão e acredita que não seja grave.
“Não sei se a lesão do Gustavinho foi no mesmo lugar que já teve. Ainda vou conversar com ele. Não sei se foi uma lesão a ponto de ter aberto, acho que não”, afirmou.
A equipe vai se reapresentar no CT Rei Pelé e o jogador será reavaliado em exames. Por outro lado, o técnico Cuca falou da disputa sadia no meio de campo do Peixe com João Schmidt, Christian Oliva, Willian Arão e outros. Cuca falou sobre a importância de não ter apenas onze titulares e poder rodar o elenco diante de três competições.
“Podíamos estar falando de muitas coisas, mas tem questão do Gustavinho. Ótimo jogador, característica diferente do Oliva e também tem perna rápida. Completa o cara que tá do lado dele e por isso tem jogado. Oliva sempre foi um dos titulares nossos, jogou na altitude e tem entrado em todos os jogos. Não temos que pensar em onze e sim num conjunto de 15 a 16 jogadores rodando para não ter risco de lesão. Temos rodado o elenco, a gente joga com jogadores conforme imaginamos o adversário. Gustavinho todo confiança, Schmidt, Arão e são jogadores importantes. Vamos usando todos eles”, ressaltou.
Por fim, ainda destacou Arão, que faz a função de volante e também tem atuado como zagueiro ou enfiado entre os defensores para ajudar na qualidade da saída de bola. Além disso, o jogador tem colaborado na bola aérea.
“Importante ter jogadores que faça mais de uma função justamente nesses momentos. Não temos um elenco muito grande e opções. Fazemos do jogador um ‘coringa’. Arão é isso. Essa função. Muitas vezes terceiro zagueiro na saída de jogo e no final fez o quinto zagueiro naquele sufoco de bolas aéreas. Existe um contexto geral, bola aérea é fundamental. Fomos felizes nas escolhas que fizemos”, completou.




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