Lautaro Díaz não marca um gol desde maio (Crédito: Raul Baretta/Santos FC)

O atacante Lautaro Díaz comentou sobre o posicionamento em campo e reforça que pode atuar em todos os lugares do ataque. Na coletiva de apresentação desta terça-feira (09), o argentino revelou que começou a trajetória atuando mais pela ponta e desde quando ganhou destaque no Independiente Del Valle (Equador) passou a jogar mais como centroavante.

“E conversei um pouco com ele, foi tudo muito rápido quando cheguei. Ele sabe que eu posso jogar em toda a frente de ataque, se ele gostar de me colocar no meio e vou tentar jogar para fazer o melhor. Eu comecei minha carreira jogando mais como ponta, foi mudando, posso jogar também como centroavante e no último ano de Independiente joguei mais como nove. Sou um jogador de velocidade e com muita mobilidade. Eu espero que com meu trabalho defensivo e ofensivo possa ajudar o Santos. Sou rápido, ajudo nas transições ofensivas e vou fazer o que o treinador quiser de mim. Se joga de um jeito ou de outro”, comentou.

Lautaro falou da adaptação no Santos ao lado de outros estrangeiros. Entre os argentinos: o zagueiro Adonís Frias, o lateral Escobar, os meia-atacante Barreal e Rollheiser e o próprio técnico Vojvoda. O novo camisa 19 do Peixe ressaltou que já chegou feliz no clube e também recebeu o carinho do restante do grupo.

“Quando cheguei no clube estava feliz por estar aqui no CT, foi uma alegria enorme. É verdade que quando tem muito argentino, é mais fácil a adaptação. É um clube novo para mim, mas meus companheiros brasileiros formam um grupo muito bom e nos primeiros dias não tive nenhum problema. Estou muito feliz e bem com o grupo”, completou.

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É o segundo time de Lautaro no Brasil, além do Cruzeiro e o atacante comentou sobre a diferença de estilo de jogo. Com 27 anos, Díaz foi revalado no CA Estudiantes (Argentina) e depois foi emprestado ao Villa Dálmine (Argentina). Depois foi emprestado e comprado em definitivo pelo clube equatoriano antes da chegada à Minas Gerais.

“Quando cheguei no Brasil eu sabia que era um jogo muito diferente do Equador. No primeiro ano que joguei lá não acho que fui mal. Estávamos na final da Sul-Americana, consegui jogar mais. Me machuquei e não consegui ter a mesma sequência. Também foram chegando novos jogadores e perdi espaço, mas estou com ansiedade para conseguir muita coisa por aqui”, completou.