Santos vem ‘flertando’ com Loyola desde o ano passado (Crédito: Divulgação/CAI)

O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, comentou sobre as negociações pelo volante Felipe Loyola e do atacante Rony. O meio-campista chileno tem sido bem avaliado por outros clubes e o Independiente (Argentina) quer um bom valor pelo atleta. A apuração do DIÁRIO DO PEIXE é que a proposta do Alvinegro ao time argentino é de 6 milhões de dólares por 80% dos direitos econômicos do jogador – dividido em três parcelas.

Apesar do valor ter agradado, o Independente pede ajustes na forma de pagamento, com uma entrada maior, valores líquidos e situações que assegurem o cumprimento do acordo. Detentor de 50% dos direitos do jogador, o cube argentino ficaria apenas com parte do montante, já que a outra metade pertence ao Huachipato, do Chile.

“É um jogador de bom nível, mas tem exigido também…muito mais complicado chegar a uma conclusão de uma negociação assim. Não são garantias, não chegamos nem a esse momento, é durante o transcurso da situação. O mercado não está num ritmo acelerado, está conservador, pelas situações financeiras dos clubes. É o nível, no futebol brasileiro, tem três a quatro clubes que ‘puxam’ o nível de negociação, não só de transações, mas de salários e é insustentável. O fair play vem no momento exato para equilibrar”, explicou Marcelo Teixeira em entrevista ao canal de Olho no Peixe

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Em relação a Rony, o mandatário santista admitiu que é o estilo de atleta que se encaixa com o trabalho do técnico Vojvoda. O Atlético-MG até topa a negociação, mas o Sampaoli entende que não da para liberar o atacante nesse momento. O time mineiro teria que encontrar uma outra opção para a vaga do atleta para que o treinador argentino possa abrir mão do jogador;

A ideia do Peixe é contratar Rony por empréstimo, mas o Galo quer a venda e o Santos até pensou em pagar 2 milhões de dólares para ter o atacante por três anos, com opção de mais dois. Porém, a situação esfriou um pouco nas últimas horas.

“Não gosto de citar antes de concretizar. São jogadores que os treinadores preferem, assim como o Vojvoda gosta desse estilo que são combatidos, mais rápidos, jogam nas três posições. São nomes a serem estudados, difícil as negociações, tanto com os clubes, pelo contrato em vigência, mas depois com eles (atletas). Se os profissionais entenderem que tem a adequar valores e salários, conseguimos alternativas”, finalizou o cartola santista.