Sereias da Vila trouxeram nove reforços para a temporada (Crédito: Reprodução/Santos TV)

As Sereias da Vila apresentaram os nove reforços para a temporada 2026 em coletiva de apresentação, na Vila Belmiro, nesta sexta-feira (30). O Santos contratou as goleiras Taty Amaro e Mayara, a zagueira Isa Cardoso, as laterais Katrine e Leticia Santos, as meias Yoreli Rincón e Vivian e as atacantes Eudimilla e Mariana Larroquette. A equipe do técnico Caio Couto iniciou a pré-temporada na segunda semana de janeiro e vem treinando desde então.

Elas viajam na segunda-feira (02) para um espécie de ‘bolha de concentração’ no CT Dartanhã, em Guararema, onde devem ficar uma semana. A estreia na temporada é diante do Grêmio no dia 15 de fevereiro pelo Brasileirão A-1, mas a CBF ainda deve detalhar o horário e o local da partida. A entidade divulgou apenas a tabela básica do Brasileiro. Neste ano, elas também vão atuar por Paulista e Copa do Brasil.

Veja todas as contratações das Sereias abaixo:

Goleira Taty Amaro

Ela vai vestir a camisa 31 e tem contrato até o final de 2027. Natural de Uruaçu (GO), Tatyane tem 30 anos e iniciou a trajetória profissional no futebol em 2014, pelo Aliança (GO). Ela passou por Iranduba (AM), Cresspom (DF), São José (SP) e Corinthians, antes de sua primeira experiência internacional, pelo Nordsjælland, da Dinamarca. Além de Palmeiras e Cruzeiro.

Respostas da coletiva:

“Para mim é a realização de um sonho. Quando eu vi a Thais Picarte pessoalmente pela primeira vez eu comecei a tremer, isso foi na Ladies Cup em 2023. Estar trabalhando em um clube que ela está gerindo melhor ainda”

“Somos competitivas na vida e não seria diferente no clube. Todo mundo quer jogar, são goleiras capacitadas e três competições pela frente. Vamos fazer de tudo, dar o máximo e quem tiver melhor vai jogar”

“Precisava mudar de ambiente e já era um sonho estar em Santos”

“Todos querem dar pitaco, tendo a Thais e uma pessoa que conhece, ela tem noção. Não é só cobrança, é mais leve”

“Minha primeira experiência também com o Caio Couto e trocamos ideia de como ele quer que as goleiras apareçam para o jogo. Não tinha trabalho com as meninas e tem sido maravilhoso”

“Problema maior está na raiz. A FPF incentiva bastante, mas venho de Minas e eles ficam ‘empurrando’ a situação”

“Estou gostando da cidade, tudo muito perto. Em Minas eu resolvia um problema por dia, aqui consigo ver cinco coisas. O CT e a Vila são perto de onde eu moro. E a estrutura do clube não deixa a desejar”

 

Goleira Mayara

Ela vai vestir a camisa 12 e tem contrato até o final deste ano. Natural de Curitiba (Paraná), Mayara Nabosne tem 24 anos e iniciou a trajetória no futebol no Imperial (PR) e rapidamente chegou às categorias de base da Seleção Brasileira. Foi campeã do Sul-americano Sub-17 em 2018 e transferiu-se ao Internacional no ano seguinte, onde se profissionalizou, passou sete temporadas e chegou a ser convocada pela Seleção principal.

Respostas da coletiva:

“Desde quando eu cheguei o que mais ouvi é sobre a Thais Picarte estar com a gente. É uma ex-atleta, importante para gente ter ela com a gente nos treinos às vezes brincando e elogiando com a gente. Saber que tem uma pessoal que conhece a nossa posição, é confortável”

“Temos uma variedade de idade de goleiras e vejo uma competitividade muito saudável entre a gente. O ambiente também é muito saudável, estando confortável trabalhamos melhor e as meninas estão confortáveis à isso. Estamos nos ajudando, mas temos que estar prontas”

“O que me atraiu ao Santos é o nível de competitidade. No Sul é carente de ter um estadual forte. O Santos tem uma tradição na modalidade, tem planjamento e investimento. Isso traz segurança para as atletas, ver um projeto e cuidado com a modalidade”

“A nossa posição no feminino demorou para evoluir, hoje trabalhamos bastante com os pés e é uma posição injusta, sofremos críticas. Mas a Picarte ajuda muito e a comissão também está unida”

“Eu conversei com o Caio quando cheguei, conversamos sobre o estilo de jogo que vamos ter e algo que não estou habituada. Ficamos mais perto do preparador de goleiros, mas está tudo ligado. Queremos entender o modelo de jogo, entra a parte física e tática”

“Uma das coisas que me fizeram vir para cá foi a disputa do Paulista, que é bem disputado. Fora do estado é precário de premiações e organização. É uma questão de desenvolvimento próprio. Mudei de ares, optei por um clube paulista e que fique atento a outras federações”

“Não tenho o que reclamar da estrutura, nem do Santos e nem do Internacional onde eu estava. Aqui se desenvolve as atletas com o escudo mesmo e lá a gente treinava em um lugar que não era específico do clube. No Santos, essa familiarização ajuda muito. Em relação a cidade estou tentando conhecer aos poucos nessa pré-temporada”

 

Zagueira Isa Cardoso

Ela vai vestir a camisa 6 e tem contrato até o final deste ano. Natural de Campinas (SP), Isabela Martins Cardoso tem 28 anos e iniciou sua trajetória no futebol aos oito anos, em sua cidade natal e, aos 18 anos, partiu para o futebol universitário dos Estados Unidos, onde cursou Gestão de Negócios e atuou por FNU Conquistadors e Northern Michigan University. Em seu retorno ao Brasil, vestiu a camisa do Athletico Paranaense por duas temporadas, antes de chegar Nacional do Uruguai, seu último clube, em 2025, onde conquistou o campeonato uruguaio.

Respostas da coletiva:

“Estou muito contente de estar aqui, o Santos é uma equipe gigantesca. Todas chegaram 100% e prontas para darem o melhor. Acredito que neste ano, como diz o técnico Caio Couto, deve ser o melhor das nossas vidas”

“Estava no cenário internacional, no uruguai, quando cheguei aqui fiquei perplexa com a estrutura que o Santos entrega para o feminino. é muito adaptável, profissional e é isso que o feminino precisa. Estou contente, estimula a estarmos 100% todo dia. Vai ser muito bom”

“Passei pelo futebol universitario dos EUA, que é conhecido pela estrutura, patrocínios. Aqui eu posso honestamente comparar de estrutura e tudo que dão para nós. É uma melhora absurda para quem conhece o futebol desde o início, acho importante e é um crescimento fundamental. isso só melhora, terá retorno em campo”

“Nossa elenco tem meninas de todas as idades, experiências diferentes e tudo agrega ao todo, as expectativas são muito altas. Nossos treinos diários e o convívio com as meninas é muito leve, natural e fomos recebidas muito bem. Isso traduz em campo e é vital para o nosso sucesso esse ano”

“Voltar para o futebol brasileiro é um sentimento gratificante, sou do interior, de Campinas, estou há duas horas da minha família e isso contou bastante. Ser o Santos tem um peso forte, minha cabeça estava preparada para um ano excelente e o clube vai dar essa força do que almejo. Não foi uma decisão difícil, quando apareceu a oportunidade falei que era certeza. estou feliz e grata pela comissão e diretoria, fopmos escolhidas a dedo”

“O futebol brasileiro está crescendo cada vez mais, minha passagem nos EUA, eles são conhecidos por serem fortes fisicamente. As brasileiras são diferentes taticamente, tecnicamente e agora conseguimos ver com essa melhora que está sendo o trabalho efetivo também fisicamente. Só vejo melhoras, tem Copa do ano que vem e os times vão querem mostrar trabalho”

“Sou uma defensora que não parto para frente, sinto que tem uma comunicação com as meninas, essas outras peças vão ser muito importante”

 

Lateral Katrine

Ela vai vestir a camisa 97 e tem contrato até o final de 2027. Nascida em Fortaleza (CE), Katrine tem 27 anos e começou sua carreira profissional no Corinthians, passou por Audax (SP), Internacional (RS), Grêmio (RS), Minas Brasília e Palmeiras, antes de chegar ao Internacional, seu último clube, que defendia desde 2024. Com a Seleção Brasileira de base, disputou duas Copas do Mundo Sub-20, em 2016 e 2018 e, em 2021, foi convocada pela primeira vez para a Seleção principal.

Respostas da coletiva:

“Estou muito feliz, perto da minha família e isso é muito importante. A temporada começou bem forte e acredito que vamos colher bons frutos”

“Aqui é tudo perto, não tem o que falar, fazemos tudo de bicleta e economizamos até na gasolina. Não tem o que falar, está sendo uma das melhores que já passei e isso faz com que a gente renda mais dentro de campo, isso ajuda bastante ter todo esse suporte”

“Estar na Seleção é o sonho de qualquer atleta de futebol, mas acredito que é o trabalho. Meu foco é entregar o melhor para o clube e a Seleção é o fruto do que posso fazer melhor. Trabalhando forte pode ter o resultado de ir e independente vou continuar trabalhando e dando o melhor onde estiver para conquistas títulos”

“Queremos conquistar títulos do que competirmos, estamos nos preparamos bem e pela história do clube não deveria ter caído. Tudo é crescimento e chegamos para somar, acredito que vamos dar resultados, vamos colher os frutos, um passo para trás pode ser outros mais para frente”

“O Santos é uma história de muito tempo. Quando era mais nova tive um oportunidade de vir, mas não tinha condições dos meus pais me trazerem para fazerem testes. Meu sonho está sendo realizado agora. Ter passado por outros clubes sempre foi difícil de jogar contra o Santos. Pretendo fazer história aqui para conquistar coisas boas”

“O estado de São Paulo é referência, todas as meninas querem ter oportunidade de estar no paulista, nem todos são fortes. Venho do Sul e infelizmente nem premiação teve no Gaúcho. Isso não motiva os clubes. A competição é muito forte e da visibilidade”

“Todo título é importante, entramos para ganhar todas, mas existem outras equipes que trabalham. Eu particularmente nunca fui uma lateral defensiva, sempre fui meia, mas consegui me adaptar para ajudar a equipe. Eu sou competitiva, quero ganhar independente de quem seja, precisamos sempre dos três pontos e não aceito perder”

 

Lateral Leticia Santos

Ela vai vestir a camisa 18 e tem contrato até o final deste ano. Leticia Santos Oliveira nasceu em Atibaia (SP) e tem 31 anos. Em 2011, ela tinha 16 anos e teve uma curta passagem no Peixe em que integrou o elenco campeão Paulista. Com a rápida ascensão no futebol, já começou a figurar na Seleção Brasileira Sub-20. Em 2017 ganhou sua primeira oportunidade com a Seleção principal e, com a amarelinha, disputou a Copa do Mundo de 2019, as Olimpíadas de 2021 e foi campeã da Copa América, em 2022. Em sua carreira por clubes, vestiu as camisas de Palmeiras (SP), Bangu (RJ), XV de Piracicaba (SP), Kindermann (SC), São José (SP), Avaldsnes (Noruega), SC Sand (Alemanha), FFC Frankfurt (Alemanha), Eintracht Frankfurt (Alemanha) e Corinthians (SP).

Respostas da coletiva:

“Chego muito motivada para fazer um trabalho com minhas novas companheiras, uma temporada bem linda pelo santos. Dentro do futebol feminino tem uma história muito grande, rica. A marca Sereias da Vila é muito forte. Quero muito ao lado das minhas companheiras fazer uma temporada bem bonita como o Santos merece”

“Quando cheguei aqui fiquei bem feliz com o que encontrei, a estrutura é o que a gente precisa. Encontrar no CT Rei Pelé um vestiário, um campo adequado, fiquei contente com toda a estrutura e com certeza impacta no nosso desempenho nos jogos”

“A Seleção é algo que a gente sempre almeja como atleta, infelizmente hoje a Seleção para mim está mais distante e meu foco é no Santos. Ter o apoio que recebi, o carinho e a confiança que estão me dando, quero retribuir dentro de campo. Quero entregar o melhor e se vier uma convocação, mas meu foco é fazer uma temporada boa como o santos merece”

“Queremos conquistar as coisas com a camisa do Santos, a equipe é muito boa, qualificada e técnica, vamos buscar brigar por títulos e só queremos somar com o grupo, queremos colocar o clube no topo”

“Sempre onde passei fui profissional, entreguei meu melhor. Corinthians é exemplo de projeto sustentável, há anos vem sendo referência e me identiquei muito com o projeto do Santos, além da história do clube apesar dos últimos anos. Quando vieram falar comigo, foi um prazer, fui bem recebida, ambiente bom e me alegra muito”

“Ano passado não foi um dos melhores anos para mim, tive pouca minutagem, teve uma lesão que me atrapalhou um pouco. agora é diferente, quero junto construir uma nova história”

“Sou uma lateral que gosta de ofensividade, temos que equilibrar, mas o DNA do Santos é um futebol para frente. Podemos fazer as duas funções”

“Cheguei aqui com 16 anos em 2011, no final da temporada, não cheguei a estrear e fiquei treinando uns três meses ao lado de várias referências como Maurine. Voltar me deixa animada e quero colocar essa bagagem em campo”

 

Meia Yoreli Rincón

Ela vai vestir a camisa 70 e tem contrato até o final de 2027. Hazleydi Yoreli Rincón Torres nasceu em Piedecuesta (Colômbia) e tem 32 anos. Ela iniciou a trajetória no esporte em no país natal, mas se profissionalizou ao chegar no Brasil, com apenas 18 anos. Aqui, vestiu as camisas de XV de Piracicaba, Iranduba (AM) e Palmeiras, no último clube, mas acumula passagens por diversos países ao longo de sua carreira. Além dos colombianos Patriotas, Atlético Huila, Junior Barranquilla e Atlético Nacional, também vestiu as camisas de Rosengård (Suécia), New Jersey Wildcats (EUA), Avaldsnes (Noruega), Al-Riffa (Bahrein), Internazionale (Itália) e Sampdoria (Itália). Yoreli também fez história na Seleção da Colômbia, pela qual disputou duas Copas do Mundo (2011 e 2015).

Respostas da coletiva:

“Estou muito feliz de estar aqui, tomei a decisão correta e já tinha conversado com a Thais Picarte há algum tempo. Foi algo importante para mim, fisicamente estou muito bem e uma das melhores que senti na minha carreira. Aprendi muitas formas de jogar por diversos lugares e estou gostando muito daqui. Espero ajudar a equipe”

“Passei mais tempo jogando aqui no Brasil do que no meu próprio país, a liga é uma das melhores do mundo. Falta igualdade entre os clubes ainda, mas vejo essa evolução desde 2012. Esse início de temporada vejo uma mistura muito boa de juventude e experiência, uma boa equação. As jovens conseguem chegar com mais qualidade e com a experiência o Santos pôde chegar no melhor”

“No Palmeiras foi uma etapa importante na minha carreira, de ganhar títulos. Queria viver uma experiência diferente na minha carreira e a forma que o Santos trata a bola, casa com meu estilo de jogo”

“Quando começamos a jogar futebol, não tinhámos tanta liderançã e hoje é bonito ver essa possibilidade para as garotas de hoje ter essa referências. Elas precisam de mais apoio e dentro de campo podemos ajudar com as tomadas de decisões. Um líder nem sempre pode dar soluções, mas busca ferramentas para que todas as peças sejam importantes”

: “Não me preocupo muito sobre o que vou viver, mas com o presente e sobre me preparar mentalmente e fisicamente. Sinto que meu jogo vai encaixar aqui”

“Já vi estruturas completamentes diferentes e vejo a evolução no Brasil e de outros países. Me sinto feliz e orgulhosa. A cidade é bem quente todos os dias, estou me adaptando aos poucos, mas o importante é a mente e o corpo bem”

 

Meia Vivian

Ela vai vestir a camisa 25 e tem contrato até o final deste ano. Natural de Osasco, Vivian Cardoso dos Santos tem 28 anos e iniciou a carreira profissional no São Bernardo FC e, pelo Brasil, vestiu as camisas de Juventus (SP), Botafogo (RJ), Real Brasília (DF) e São Paulo, além do Red Bull Bragantino, sendo o último clube.

Respostas da coletiva:

“Nós estamos num momento bom. Me cobro muito na questão física, psicológica e procurei me cuidar bastante nas férias. Sabemos que nosso corpo é nossa ferramenta de trabalho e tenho esse cuidado. Estamos em começo de temporada, vamos pegar ritmo de jogo com bola rolando e acredito que as meninas estão bem. Estamos em uma boa intensidade. O ânimo é um dos melhores, fui bem recebida e conhecia boa parte das meninas, ambiente está leve”

“Eu chego para trazer essa mentalidade vencedora para as meninas, para somar. O Santos está acostumado com o topo e não é uma novidade. Acredito que vamos jogar para disputar na cabeça, não queremos só manter o clube na primeira divisão. Temos um grupo qualificado, é trabalhar em cima dessa mentalidade”

“O que eu puder ajudar independente do momento no campeonato. Nosso grupo é muito bom, com muitas lideranças. Nos treinos a gente se ajuda, conversa e passamos visões diferentes. O conjunto da obra vai fazer a gente alcançar nossos objetivos”

“Caio foi muito receptivo. Tenho algumas funções dentro de campo e tive liberdade para conversar sobre isso com ele. Conversamos, ele me passou as ideias dele e é um cara que procura ouvir bastante. Tenho algumas preferências de posições e casamos algumas ideias”

“Fiz gol contra o Santos e foi especial porque era final de campeonato, mas já estava bem encaminhada com o Santos e é meu trabalho. Naquele momento estava defendendo o Bragantino. Quando acabou o jogo o pessoal acabou brincando que já tinham visto ‘lei do ex’, mas não gol da futura. Brincadeiras a parte”

“Vivi muitas coisas quando era mais nova, vivi dificuldades com falta de estrutura, precisei trabalhar, fazer faculdade e treinar em um dia só. Procuro falar com as meninas, ter um feeling de quando as coisas não acontecem pois já passei por isso. Meu papel no grupo é tentar manter todas com o pensamento positivo, todas são importantes jogando ou não. Mostrar para elas que são peças importantes. Quero ajudar minhas companheiras”

“Bons resultados são frutos de bons trabalhos e estrutura facilita. Cheguei aqui, peguei essa renovação de CT, Vila e facilita para nós. Hoje buscamos lugares e estrutura conta para nossas decisões. Fiquei impressionada quando cheguei aqui, desde CT, vestiário”

“Da minha geração sempre acompanhei as Sereias e são referências, estou realizando um sonho. Chegar no Santos é ver aquela menina de anos atrás que acompanhou o time com Maurine, Marta e outras sendo campeãs. Confio no nosso elenco, que é novo e bom. Acredito nas chances de bons resultados”

 

Atacante Eudimilla

Ela vai vestir a camisa 20 e tem contrato até o final de 2027. Natural de Santa Luzia (MA), Eudimilla  surgiu com destaque nas categorias de base da Chapecoense (SC) e foi contratada pelo Grêmio (RS), onde conquistou as primeiras convocações para a Seleção Brasileira Sub-20 e rapidamente chegou à equipe profissional. Em 2023, vestindo a camisa da Ferroviária, foi eleita melhor atacante do Campeonato Paulista e, no mesmo ano, recebeu o primeiro chamado para a Seleção principal. Depois, foi para o Corinthians e agora chega à Baixada Santista.

Respostas da coletiva:

“Está sendo um início de temporada bom, a comissão está fazendo um grande trabalho para poder deixar todas aptas. Estou bem e ansiosa para os jogos. Todos trabalhando duro para elevar o nível do Santos”

“Tive uma passagem no Corinthians onde cresci como atleta e pessoa. Aqui no Santos fui bem recebida por todos, quero agregar, sou competitiva e tudo que eu puder fazer dentro de campo para ajudar, vou fazer. Elevar o nível do Santos, estou vindo para ajudar”

“O time tem muitas lideranças e todo veio está se ajudando. O time competitivo é todo elenco líder, com voz e ajudar umas as outras, elevando o nível. Estamos em um grupo competitivo e é melhor dentro de campo, com todas se ajudando”

“Estou focada no Santos e no que eu posso agregar. Na minha passagem pelo Corinthians fiz o que estava ao meu alcance, a gente nunca para de aprender. Quero potencializar meu futebol, acredito que posso contribuir muito”

“Estou me sentindo leve e feliz. Preciso disso para performar dentro de campo. Toda atleta busca Seleção, estive lá e quero retornar. Vou trabalhar muito para isso, ser campeã pelo Santos e vim com essa mentalidade”

“Por ser nova e ter alguns títulos, passagem na Seleção, posso estar bem dentro de campo e contagiar outras atletas com meu estilo de jogar. Quando estamos feliz e leve podemos performar. Talento o grupo tem de sobra”

“Quando a Thais Picarte me ligou falamos muito sobre a questão estrutural, não tem o que falar e temos todo o suporte. A estrutura é muito boa, alimentação e temos apoio para estarmos bem dentro de campo”

“Se criam muitas expectativas, mas gosto de ser pé no chão e trabalhar passo a passo. Conquistar no pouco para ir no muito. Grupo qualificado, mas estamos trabalhando dia após dia para tentar grandes conquistas durante a temporada”

 

Atacante Mariana Larroquette

Ela vai vestir a camisa 19 e tem contrato até o final de 2027. Nascida em Ituzaingó (Argentina), Larroquette tem 33 anos e iniciou sua carreira profissional em seu país natal, vestindo a camisa do River Plate de 2010 a 2015. Desde então sendo presença constante na Seleção Argentina, também atuou por Universidad de Chile, UAI Urquiza (Argentina), Lyn (Noruega), Kansas City Current (Estados Unidos), Sporting (Portugal) e León (México).  Chegou ao Orlando Pride, dos Estados Unidos, em 2023, onde jogou ao lado da Rainha Marta. Depois de passagens por Newell’s Old Boys (Argentina) e Lexington (Estados Unidos), jogará pela primeira vez no Brasil.

Respostas da coletiva:

“O futebol brasileiro cresceu muito, sempre esteve competindo com a Argentina e é um desafio muito grande na minha carreira. O Santos é um clube com muita história e é um desafio pessoal, que eu queria muito. Quero ajudar a equipe com a minha experiência”

“Santos é um clube muito grande e de muita história. Não é difícil encontrar referências. Marta jogou aqui e joguei com ela, mas não falamos nada”

“É uma liga que eu gosto porque é sul-americana, lá fora são ligas difíceis e muito físicas, mas aqui jogamos mais com a bola do pé. É uma das grandes diferenças”

“Encontrei as pessoas muitos calorosas, estranhei depois de tanto tempo fora e nos outros países são pessoas mais frias. Isso me faz bem, praia ainda não tive tempo”

“Passei seis meses muito duros na minha carreira recentemente e estava treinando sozinha praticamente desde outubro. Foi bastante difícil, mas me sinto muito bem e estou feliz. Agora se precisar posso jogar quantos minutos precisar, estou apta”

“Conheço muito bem a história de Sole, de todas as argentinas que passaram por aqui. Sou muito racional quando chego a um clube, não crio muitas expectativas, quero fazer minha própria história”

“Joguei em muitos clubes na argentina e nenhum tinha a estrutura que tem o Santos. O futebol feminino está crescendo, mas na Argentina está longe de ter isso. Como apresentação de jogadoras, que é algo simples. Mas passei por outros como Orlando Pride, que tem uma estrutura grande e o Santos está perto disso”

“Com o idioma, acredito que está tudo bem. Joguei seis meses em Portugal e entendo. Algumas palavras são de cultura diferente, mas entendo e creio que até o fim do ano possa estar falando português. Mas não deve ser uma dificuldade, o idioma do futebol é o mesmo”