Rony vai vestir a camisa 11 do Santos (Crédito: Divulgação)

O atacante Rony foi apresentado pelo Santos em coletiva nesta terça-feira (03). O novo camisa 11 do Peixe foi apresentado por Giovanni e Manoel Maria, ídolos do clube que também são do Pará. O jogador falou em ser o próximo paraense a fazer história pelo Alvinegro. Ele chega em definitivo com contrato até o final de 2028.

“Essa camisa não poderia ser melhor entregue pelos grandes craques que fizeram história no Santos e quero ser o próximo paraense a construir isso no clube. Assim como foi com o Ganso. Para mim é um privilégio muito grande e uma honra vestir essa camisa. Quero honrar a camisa do Santos e os paraenses santistas. Estou ansiosa não só para o primeiro gol, mas para encontrar a torcida, joguei contra e vi como é o carinho da torcida com seus atletas”, afirmou.

Rony ainda comentou sobre como foi aceitar o projeto do Santos diante de outras especulações no mercado. A diretoria vinha tentando a contratação do atacante desde dezembro do ano passado e o negócio chegou a esfriar diversas vezes diante das tratativas com o Atlético-MG. O interesse já era antigo e antes mesmo dele fechar com o time de Minas Gerais, o Peixe já havia ‘flertado’ com o jogador.

“Um clube com uma tradição mundial como o Santos, só de vestir a camisa você já sente o quanto você carrega o peso. O projeto de vir para cá foi interessante, gosto de competir e aqui tem essa oportunidade. Além de jogar ao lado de Neymar, Gabigol e outros jogadores que tem grandes histórias é um privilégio. Tenho certeza que esse ano temos muito o que conquistar. Quando aceitei o projeto, era maravilhoso, fazer história e competir. Requer tempo, mas esse ano vai ser abençoado e temos condição de dar a volta por cima, competir de verdade. Tenho confiança de tudo que o Vojvoda e o Mattos comentaram com a gente, será um grande ano”, completou.

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Por fim, também falou sobre chegar para ser ‘o substituto de Guilherme’ e elogiou o ponta, mas reforçou que quer construir a própria história no Peixe.

“O Guilherme construiu a história dele aqui, teve passagem e no futebol são ciclos. Assim como eu já tive ciclos em clubes anteriores. Temos características parecidas, ele construiu a história dele, mas eu vou começar a construir a minha”, finalizou.