
Gáston Liendo analisou novo esquema usado pelo Santos (Crédito: Raul Baretta/Santos FC)
O auxiliar técnico do Santos, Gáston Liendo, comandou o time de forma interina diante da suspensão de Vojvoda no empate com o Corinthians por 1 a 1, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Brasileirão, neste domingo (15). O argentino comentou sobre a nova formação de 3-5-2 utilizada pela comissão, mas não garantiu a manutenção do esquema com três zagueiros, embora tenha elogiado o desempenho dos alas improvisados, Rony e Barreal.
“A gente tinha três zagueiros, um meio forte com três volantes com misturas entre contenção e sair, então precisávamos de jogadores mais ofensivos que quando roubassem a bola pudessem sair para frente com velocidade. Os alas fizeram muito bem. Vamos continuar avaliando a melhor possibilidade para cada jogo, três zagueiros é uma opção. Pode ser dois zagueiros e um lateral, mas jogando com três. Ou opção de quatro defensores, como tem sido ultimamente”, afirmou.
Gáston não garantiu que o sistema terá sequência para os próximos jogos e afirmu que a comissão técnica avaliará a melhor estratégia dependendo do adversário, mas que sempre treinam outras possibilidades.
“Avaliamos dependendo do que o adversário que vamos enfrentar. Mas mantemos um padrão de jogo. Às vezes a quantidade de jogos seguidos não permite a sequência dos mesmos jogadores em campo, trocas são necessárias pelas questão física. Hoje jogamos com linha três, mas não significa que será assim no próximo jogo”, completou.
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Por fim, Liendo afirmou que não viu o Peixe para trás fisicamente e falou de ‘momentos’ dos times no meio da partida, além da questão tática. Na visão do treinador, o Santos não ficou “cansado” na etapa final.
“Quando fizemos a troca de Menino e Rollheiser, nosso time estava melhor e se posicionando à frente. O desgaste físico não se via, começamos a ter mais a bola. Uma bola que passou para o nosso campo não podíamos sair e ai começou a dificuldade com a expulsão de Luan. Mas nesse momento da troca, acho que estávamos melhor posicionados que eles. Depois, são momentos. Tem que ver não só a questão física, mas de posicionamento e de encaixe da partida”, concluiu.
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