
Neymar ficou no banco da classificação do Brasil (Crédito: Reprodução/Cazé TV)
O meia-atacante Neymar Jr, do Santos, ficou no banco na vitória do Brasil sobre Japão por 2 a 1, no Estádio de Houston, em jogo válido pelo 16 avos da Copa do Mundo, nesta segunda-feira (29). O camisa 10 até chegou a aquecer e foi aclamado pelo torcedor no estádio, mas a Seleção Brasileira conseguiu a virada ainda nos acréscimos do segundo tempo.
Carlo Ancelotti, técnico da Amarelinha, afirmou que se a equipe não conseguisse a virada, ele entraria como opção nos acréscimos.
“Queríamos o Neymar para prorrogação. Falei com ele, se não conseguíssemos empatar o jogo, entrava. Não queria mudar a estrutura, equipe tinha o controle do jogo”, afirmou.
Na primeira fase, o craque ficou no banco apenas acompanhando o empate com o Marrocos, depois se quer viajou na vitória sobre o Haiti na segunda rodada, mas entrou na terceira rodada da fase de grupos contra a Escócia. Ele teve 14 minutos em campo até agora na Copa do Mundo.
A presença de Neymar no Mundial foi uma incógnita pois o jogador se machucou um dia antes da convocação final de Ancelotti. O atleta foi capitão e titular na derrota do Peixe para o Coritiba por 3 a 0, na Neo Químixa Arena, pela 16ª rodada do Brasileirão, no dia 17 de maio. Inclusive, foi pivô de polêmica de arbitragem ao ser substituído de forma enganosa.
Naquela partida, tomou uma pancada na panturrilha direita e o Alvinegro o diagonosticou com um edema de dois milímetros. Mas quando se apresentou à CBF, a entidade refez exames e viu que se tratava de uma lesão muscular de grau 2. Desde então, passou a ter um cronograma intensivo de fisioterapia, fortalecimento muscular e controle de carga elaborado pelo Departamento Médico da CBF até finalmente ficar à disposição contra os escoceses.
Enquanto isso, Neymar faz a quarta participação do jogador no Mundial, todas vestindo a camisa 10. Ele esteve presente nas edições de 2014, 2018 e 2022 e afirmou publicamente que esta será a última Copa da carreira, postando nas redes sociais que seria “The Last Dance” (última dança). Maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, o meia-atacante está no torneio também como uma das principais lideranças do elenco.
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