
Marcelo Teixeira aguarda posicionamento da Comissão (Foto: Ivan Storti/Santos FC)
O Conselho Deliberativo do Santos se reuniu na noite desta segunda-feira para discutir a proposta final de alteração do Estatuto do clube. Na reunião, seriam apresentadas as emendas ao texto discutidas na reunião do dia 22 de agosto, mas o novo texto não foi apresentado e a discussão sobre a “volta do presidencialismo” norteou o debate.
Pelo atual Estatuto, o Santos precisa ser gerido pelo Comitê de Gestão. A nova proposta prevê a criação de um Conselho de Administração, mas o presidente poderia tomar sozinho as decisões de questões que não ultrapassem 4% da previsão orçamentário. No Peixe, seria algo em torno de R$ 12 milhões.
Alguns conselheiros defendem que exista uma reunião específica somente para a discussão desse tema, mas existe uma movimentação no Conselho para que a próxima reunião seja já para a votação do novo Estatuto. Houve também a sugestão para que o percentual de “liberdade” para o presidente seja fixado em 3% do orçamento.
“Nós não sabemos quais as mudanças foram aceitas e colocadas no texto. O novo Estatuto tem alguns avanços, mas não está pronto para ser votado”, afirmou ao DIÁRIO o conselheiro Vitor Sion.
De acordo com conselheiros ouvidos pelo DIÁRIO, os escritórios de advocacia informaram na reunião que a mudança de 85% para 80% do orçamento com o departamento de futebol e o afastamento e inelegibilidade por até cinco anos de dirigente que praticar ato de gestão temerária e compensação ao clube com bens dos dirigentes que praticarem gestão temerária foram inclusas no novo texto, mas as mudanças não foram apresentados. Também não foram dadas as respostas para toda as solicitações de emendas ao texto.
Por sua vez, o presidente do Conselho, Marcelo Teixera, afirmou ao DIÁRIO que aguarda um posicionamento da Comissão de Estatuto para determinar os próximos passos do processo.
“Estamos aguardando a finalização dos trabalhos da CE e suas orientações. A Mesa encaminhará o assunto e os procedimentos de acordo com as orientações da CE”, afirmou.
Precisa colocar no estatuto que o dirigente que pratica gestão temerária vai ser afastado? E por apenas 5 anos? O fulano tinha que ser defenestrado.
E o voto à distância ninguém fala. Isso acabaria com o poder desses caicaras provincianos!! Xó marcelinbo picareta!!
Só de olhar a figura do nefasto, me dá vontade de vomitar!!!!!!