
Sampaoli fez 65 jogos no comando do Peixe (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
O relacionamento entre Jorge Sampaoli e o Santos já virou caso de justiça. O treinador e quatro membros de sua comissão técnica pediram a rescisão de seus contratos na Justiça do Trabalho nesta quarta-feira.
O motivo alegado pelos profissionais é o não pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos últimos quatro meses. A informação foi dada inicialmente pelo site do jornal A Tribuna e confirmada pelo DIÁRIO DO PEIXE.
A ação ocorre um dia depois do Santos ter divulgado o pedido de demissão do treinador. A rescisão solicitada pelo técnico argentino foi datada em 11 de dezembro, fato que já não acarretaria nenhuma multa contratual do técnico com o clube.
Representantes de Sampaoli garantem que não houve nenhum pedido de demissão na reunião de segunda-feira. Eles alegam que o encontro terminou com a apresentação de uma proposta feita pelo técnico ao Comitê de Gestão sobre o planejamento para 2020.
Se no futuro alguém receber algo, só a Justiça pode dizer.
Picareta. Tudo planejado..
Se o empregador estiver devendo alguma coisa, que pague. Se o empregado não consegue seus direitos de forma espontânea, que busque seus direitos na Justiça, na forma da lei. Fato normal em qualquer relação patrão-empregado. Caberá ao juiz decidir o direito de cada um. Se o ex-empregador está com suas obrigações em dia, não tem nada a temer. Afinal, se o ex-empregado estiver litigando de má fé, arcará com as consequencias. Se sócios do clube não abrem mão de seus direitos sobre as cadeiras cativas em benefício do clube, não dá para criticar um ex-funcionário por não abrir mão e buscar seus direitos trabalhistas na Justiça.