
Neymar foi capa do jornal Mundo Deportivo no final do ano e a imprensa europeia diz que o atleta está tentando voltar ao Barcelona (Crédito: Reprodução)
Nessa janela de transferências, duas negociações podem render juntas mais de R$ 25 milhões aos cofres do Peixe. Gabigol e Neymar têm os seus futuros indefinidos e são os principais nomes especulados no mundo do futebol na Europa e América do Sul.
Gabigol, que recentemente foi eleito Rei da América, pode ser comprado em definitivo pelo Flamengo. O time carioca já chegou a um acordo com a Inter de Milão, dona de seus direitos, mas é preciso acertar salários com o jogador, que nesse momento prioriza propostas da Europa.
O Flamengo estaria disposto a dar mais de R$ 85 milhões por 80% do passe de Gabriel. O Peixe, por ser o clube formador do atleta, teria direito a 4% do montante, valor hoje acima dos R$ 4 milhões.
A mesma situação é a de Neymar. O nome do atacante do PSG voltou a ganhar as manchetes da Europa dizendo que o Barcelona voltou a carga para adquirir o atleta. No meio do ano o clube espanhol fez de tudo que podia para contratar o atleta, mas o time francês acabou sendo irredutível na negociação. Mas desta vez a situação parece ser diferente, pois a imprensa europeia fala em cláusulas no contrato do jogador.
O mecanismo da FIFA destina 5% de todas as transferências para os clubes formadores, dos 12 aos 23 anos, e Neymar é um Menino da Vila. As cifras sobre a sua possível transferência para o Barcelona ainda são desconhecidas, mas especula-se em um negócio acima dos R$ 500 milhões. Para o Peixe, seriam mais de R$ 20 milhões.
Eu torço também para Emerson Palmieri e Felipe Anderson se destaquem e sejam negociados por polpudas quantias. E considerando a dificuldade do clube em aumentar as receitas através de bilheteria, programa sócio torcedor, propaganda, venda de camisas, direitos de transmissão e outras iniciativas de mercado, formar bons jogadores, saber negociá-los mantendo um percentual do direito econômico quando da venda de jovens promessas para times europeus, monitorar por onde andam e cobrar os direitos sem pagamento de comissão para empresas terceiras é a saída para o Santos FC se manter forte e competitivo. Considerando que o Santos FC é estatutariamente uma entidade recreativa sem fins lucrativos com um presidente não remunerado (sic), a sua salvação está nas categorias de base, nos assim chamados Meninos da Vila.Se não fossem as gratas surpresas reveladas ao longo desta década, se o clube dependesse de administradores competentes, honestos e/ou altruístas ou de um mecenas que despejasse milhões e milhões no clube (lavandeira ou não) o clube já estaria no mesmo patamar do Jabuca.