
Sánchez conversou com a imprensa no CT Rei Pelé (Crédito: Caíque Stiva)
O meia Carlos Sánchez afirmou que nunca pensou em sair do Santos, mesmo quando o clube lhe devia dinheiro. Foi nessa época que o uruguaio recebeu sondagens do Grêmio, mas, segundo ele, não foi o suficiente para considerar deixar o Peixe.
Em entrevista coletiva nesta terça-feira, no CT Rei Pelé, Sánchez ainda falou que preferiu nunca expor a dívida do clube para não prejudicar a evolução da equipe.
“Estive sempre ligado e focado no Santos. Queria ficar aqui, como estou agora. Cheguei a um acordo com o Santos. Nunca comentei sobre a dívida do clube para não prejudicar o Santos. Sempre trabalhei e pensei no Santos. Nunca pensei em sair. Tenho contrato e quero ficar”, disse.
Agora, com a dívida paga e o foco mantido no Santos, Sánchez se aproxima de uma meta histórica no clube. Com 24 gols marcados desde sua chegada, em 2018, o uruguaio está a três gols de ultrapassar Copete e se tornar o maior artilheiro estrangeiro do Peixe.
De acordo com Sánchez, buscar a artilharia estrangeira é uma motivação especial, mas que o uruguaio trata como secundária, já que seu foco é ajudar a equipe a melhorar, primeiramente.
“Se eu penso só em fazer gol, não jogo para o time. É uma motivação muito grande, mas trato com tranquilidade. Só quero melhorar o meio de campo e ajudar a equipe. Depois penso em fazer gol. É uma motivação, mas não penso em ser o artilheiro estrangeiro. Só penso em ajudar a equipe e melhorar em relação ao jogo anterior. Isso é só uma motivação a mais, porque vestir essa camisa já é uma motivação muito grande”, afirmou.
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