Jobson conversou com a imprensa nesta sexta-feira, no CT Rei Pelé (Crédito: Caíque Stiva)

No dia em que a Federação Paulista de Futebol notificou o São Paulo de que o clássico contra o Santos terá portões fechados, o volante Jobson foi escolhido para conceder entrevista coletiva e acabou “bombardeado” de perguntas sobre a questão do coronavírus.Em conversa com a imprensa, nesta sexta-feira, no CT Rei Pelé, Jobson lamentou ter de jogar novamente sem torcida, mas explicou que a medida tomada pela FPF é a mais sensata, por mais triste que torne o jogo, ainda mais com um clássico pela frente.

“Essa questão pegou todo mundo e não podemos ser os únicos a achar que coisas estão normais e sob controle. A partir do momento que especialistas, voltadas para o caso, acham que por enquanto dá para jogar com portões fechados vamos jogar. Cancelamento talvez seria o que mais debatemos. Acompanhei alguns programas, abrir estádio dá gasto, e não vai ter torcedor para bancar quem trabalha. Paralisação talvez seja o correto, mas não cabe a mim ter que dizer se deve parar ou não”, disse o volante.

Além disso, Jobson ainda se disse preocupado com a velocidade em que o vírus tem se espalhado, e revelou que tem tomado os devidos cuidados para não se contaminar. Vale lembrar que o volante tem uma filha de um ano e quatro meses, e sua esposa está grávida de mais um filho.

“Começamos a ter mais cuidado. Está tendo álcool em todo o CT, textos com algumas frases para evitar se cumprimentar, ou lavar as mãos quando espirrar, cumprimentar… Eu tenho filha em casa, preocupação é maior. Procuro me cuidar e cuidar da minha esposa para que dentro da minha casa não afete em nada”, completou.

O Santos treina nesta sexta-feira e, em seguida, viaja a São Paulo, onde passa a noite concentrado para o clássico deste sábado, às 19h, contra o São Paulo, no Morumbi.