Jobson tem sido titular do Peixe nos últimos jogos (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)

Em meio a crise do Coronavírus, Santos e São Paulo se enfrentam neste sábado, com portões fechados, por determinação da Federação Paulista. O Peixe vai para o clássico focado em manter a sequência de vitórias e o volante Jobson garante que o time está preparado para vencer na técnica ou na raça.

“São Paulo é equipe grande, é clássico, não tem quem é melhor ou pior. Tudo muda. Portões fechados dificultam espetáculo, fica ambiente de velório ao invés de clima festivo, onde todo mundo quer ficar diante do torcedor pela festa. Vamos procurar manter essa sequência. O último (jogo) não foi um dos melhores, mas quando não dá na técnica, tem que dar na raça”, destacou Jobson, que não considera a ausência de torcida uma vantagem para o Peixe.

“Vai do ponto de vista (ser vantagem ou não). Muitos jogadores gostam de ter gente xingando, provocando. Parece que se desdobra mais quando se critica, para provar o contrário. Será ruim como foi para a gente. Sabemos o peso do torcedor, arbitragem pressionada muda o foco do apito às vezes. Vai ser difícil, mas não muda porque São Paulo é o São Paulo e temos que ir lá e, com respeito, buscar o resultado”.

Por fim, Jobson se colocou à disposição para jogar e acha que os dias de descanso foram suficientes, apesar da maratona de jogos. O Peixe jogou no último sábado e depois na terça-feira.

“Tivemos um dia a mais para descansar (do que o São Paulo). Recuperamos um pouco melhor. Professor se preocupa com cada jogador, respondo por mim que estou apto. Se precisar de mim, estou pronto”.

Santos e São Paulo será nesse sábado, às 19h, no Morumbi. O jogo terá portões fechados e vale a classificação do Peixe para as quartas de final do Campeonato Paulista.