
Neymar marcou o primeiro gol do Peixe na decisão (Crédito: Santos FC)
Santos joga bem, vence o Peñarol por 2 a 1 e conquista o tricampeonato da Copa Libertadores. Clube não vencia a competição continental desde 1963. Confira abaixo as atuações dos atletas santistas na partida.
Rafael – Foi pouco exigido durante quase toda a partida, apenas para uma saída ou outra de bola. No gol, foi surpreendido pelo corte de Durval. NOTA 7
Danilo – Marcou um golaço em jogada individual após driblar um zagueiro e chutar consciente, de esquerda, quando invadiu a área. A jogada fez lembrar Carlos Alberto Torres, que por muitos anos honrou o manto alvinegro e que sempre chegou com muita força ao ataque. NOTA 10
Edu Dracena – A segurança do setor defensivo santista. Comandou a defesa mais uma vez, ganhando quase tudo pelo alto e por baixo. No final, ficou imortalizado levantando a taça de campeão. NOTA 7.5
Durval – Seu único erro na partida foi o gol contra, quando tentou cortar um cruzamento e jogou contra as próprias redes. No ataque ainda apareceu por duas vezes em bolas aéreas. NOTA 6.5
Léo – O título o coroa como maior lateral-esquerdo da história do Santos. A raça de sempre, sendo seguro na defesa e uma boa opção quando subiu ao ataque. NOTA 7.5
Alex Sandro – Sua entrada deu mais força ao Peixe devido sua jovialidade. Cumpriu bem a missão de entrar na vaga de Léo. NOTA 7
Adriano – Incansável, correu como nunca e combateu como sempre. O trabalho “sujo” de roubador de bola na proteção da defesa é o diferencial do volante. NOTA 7.5
Arouca – O volante limpou praticamente meio time do Peñarol para dar a bola para Neymar marcar o primeiro gol santista na partida. Além de criar, ainda marcou. Uma atuação de gala no volante no Pacaembu. NOTA 10
Elano – Um dos líderes da equipe, o meia foi mais um diferencial do Peixe na decisão. Arriscou bons chutes de longa distância, armou, marcou e cadenciou o jogo, ditando o ritmo do Peixe na partida. NOTA 9
Paulo Henrique Ganso – O meia gastou a bola na decisão. Com passes milimétricos, toda hora fazia uma grande assistência, fosse uma enfiada de bola ou um toque de letra, como no primeiro gol, quando fez tabelinha com Arouca e tirou da cartola um passe magistral. No final, saiu de campo cansado e ovacionado pela torcida. NOTA 9
Pará – Sua entrada deu mais gás ao Santos para marcar, pois o time precisava naquele momento ser mais combativo. E ele deu conta do recado. NOTA 7
Neymar – Foi muito bem marcado no primeiro tempo, pouco aparecendo. Na segunda etapa, logo de cara fez um gol, chutando de primeira a bola depois de um passe de Arouca, e aí cresceu na partida. De seus pés saíram grandes jogadas, como o contra-ataque do segundo gol, pela esquerda, onde ele chamou toda a marcação e depois cruzou a bola para Elano, assim como o chute na trave, nos minutos finais. Com a conquista coloca definitivamente seu nome como um dos maiores da história do Peixe. NOTA 10
Zé Love – Apesar de muito esforçado, o atacante foi o único que destoou da equipe na partida. Além de pouco conseguir concluir ao gol no primeiro tempo, na segunda etapa, nos minutos finais, perdeu dois gols incríveis. Ainda bem que esses gols não fizeram falta no final. NOTA 5.5
Muricy Ramalho – Colocou em campo o que melhor tinha, e deu muito certo. O Santos dominou o jogou do primeiro ao último minuto. Foi uma equipe equilibrada, que sabia o que fazer com a bola. Tanto que os dois gols foram de jogadas trabalhadas. Lá atrás, ainda postou um time forte, que pouco sofreu. Por todo histórico do Peixe na Libertadores com Muricy e pela atuação na final, não tem como não dar NOTA 10 ao professor.
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