Carille ainda tem futuro indefinido no Santos (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)

O técnico Fábio Carille falou sobre a tática em que escolheu para tirar o Santos da zona de rebaixamento. Com três zagueiros, o Peixe deu mais espaço para os laterais e os homens de frente. O treinador nega que tenha sido retranqueiro.

“É muito difícil falar de 2022, mesmo porque nós não sabemos como o grupo vai ser. Os números mostram, principalmente em 2017, que não era o time que ficava mais com a bola, mas era o time que mais trocou passes dentro da competição. Agora, aqui no Santos, mesmo jogando com três zagueiros, quem fala que jogar assim é ser defensivo, isso não é verdade. Eu cheguei a jogar com o Marquinhos pela direita, Braga pela esquerda, que são atacantes, com o Marinho que é atacante, com um centroavante e, muitas vezes, com o Pirani que é um meia-atacante. Sem ter um volante de contenção. Todos são volantes que gostam de jogar, de chegar”, disse o técnico.

Carille, porém, evita falar sobre o futuro. Ele ainda não está participando diretamente das reuniões para possíveis reforços, visto que a temporada ainda não encerrou. O Peixe busca uma vaga na Copa Sul-Americana para acabar o ano de forma positiva.

“Nem fico pensando muito sobre 2022 porque tenho muitas coisas para pensar em 2021. Tem dois jogos onde muitas coisas importantes podem acontecer para o clube. A partir do momento que fechar o grupo, eu continuando, sabendo das características dos jogadores, aí a gente pode pensar o que podemos extrair”, completou.