
Marinho testa positivo para Covid (Crédito: FIFA)
O atacante Marinho testou positivo para a Covid-19 em exame realizado na terça-feira (23), no CT Rei Pelé. O jogador já está cumprindo quarentena, isolado em sua casa e seguindo todos os protocolos estabelecidos, com retorno aos treinos previsto para o dia 5. Portanto, o camisa 11 desfalcará o Peixe contra o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro, contra Santo André, Ferroviária e São Paulo pelo Campeonato Paulista.
Principal destaque na temporada do Alvinegro, Marinho ainda não tinha sido contaminado pela doença. O atacante deve desfalcar os próximos quatro jogos do Santos, mas a tendência é que ele atue contra o Deportivo Lara, na Vila Belmiro, em partida válida pela pré-Libertadores no dia 9 de março.
Contudo, o atacante encerrou sua participação no Brasileirão 2020 com 17 gols. Ele disputaria a artilharia com Claudinho, do Red Bull Bragantino e Tiago Galhardo, do Internacional. Desfalque de peso, o camisa 11 vai perder os primeiros treinos com Ariel Holan. O jogador foi o Rei da América nesta edição pelo Santos.
Desejo pronto reestabelecimento! Cuide-se muito! Saúde é importante! Volte logo!
Putzzzzzzzz que m…. agora que ele fazendo gol no Bahia, poderia ser o Artilheiro do Brasileiro…. Boa sorte Marinho, fica bom logo meu amigo…..
Pelas imagens dos vestiários (ambiente fechado, com pouca ventilação, com aglomeração de pessoas) e até pelas “resenhas” dos jogadores em campo, o vírus circula livremente pelos times de futebol, passando por todos os estados representados na competição nacional. Agora, com as novas cepas, há a possibilidade de reinfecção. Pessoas que exercem esse tipo de atividade deveriam ser vacinadas para dar segurança. São jovens, no auge da forma física, de modo que raramente têm complicações graves, mas o Raniel até agora não voltou. No ritmo atual, em que as vacinas são aplicadas a conta gotas, até conseguirem imunizar os mais jovens, vai levar uns dois ou três anos, de modo que o governo deveria assumir o fracasso na missão de coordenar a vacinação no território nacional e abrir para a iniciativa privada a possibilidade de adquirir as vacinas (desde que aprovadas pela ANVISA) e aplicá-las por sua conta e risco. A CBF poderia imunizar rapidamente todos os jogadores profissionais, o Comitê Olímpico poderia imunizar todos os nossos atletas, as grandes empresas (montadoras, empresas de transporte, empresas de construção civil, supermercados, etc. ) já imunizariam rapidamente todos os seus colaboradores, assumindo os custos. A discussão ética de que haveria quebra na ordem de prioridade dos grupos de risco em favor do poderio econômico é um debate acadêmico que pode levar anos, mas ao aumentar o número de vacinados é indiscutível que haveria uma diminuição da circulação vírus, menor pressão sobre o sistema de saúde, com menor possibilidade de pessoas adoecerem e morrerem. As vacinas deveriam ser ofertadas nas clínicas e farmácias possibilitando que as pessoas que queiram pagar se imunizassem, pois assim seriam menos pessoas a transmitir o vírus. Com a falta de vacinas e a total dependência na boa vontade do governo para ofertar imunizantes, as pessoas se desesperam, furam filas e a coisa vira uma bagunça. Na situação atual, quando começarem a vacinar as pessoas com comorbidades o que não vai faltar são pessoas com atestados falsos para serem vacinadas na frente (é um problema ético, mas também é uma questão de vida ou morte, um salve~se quem puder). Se a vacina não fosse um artigo raro, não haveria falcatruas e algumas atividades. como jogadores de futebol poderiam exercer suas profissões sem risco para a sua saúde e para a saúde de seus familiares.