
Gabriel Pirani balançou as redes contra o Cuiabá (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
O meia Gabriel Pirani pode completar 50 jogos pela camisa do Santos no duelo contra o Ceará no sábado, às 21 horas, na Arena Castelão pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Aos 19 anos, Pirani foi promovido ao elenco profissional nesta temporada e é um dos jogadores que mais atuou pelo Peixe em 2021.
“Cheguei ao Santos muito cedo e sempre sonhei em bater marcas com essa camisa. Chegar aos 50 jogos com o clube que amo, ainda mais na minha primeira temporada como profissional, representa muito para mim e para minha família. Fico feliz em poder demonstrar a cada dia o meu valor. Espero que seja um jogo marcante com uma vitória diante do Ceará”, afirmou o meia.
O meia chegou a recebeu sondagem do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia e proposta do Vancouver Whitecaps, do Canadá. Nesse processo, Gabriel Pirani teve seu contrato renovado com o Santos em maio até o fim de 2025. Ele chegou até a ter a camisa 10 da equipe na Copa Sul-Americana.
“Aconteceu tudo muito rápido. Em pouco tempo, eu sai do Sub-23 e já estava atuando profissionalmente. Foi algo que eu sonhava. Mas foi uma mudança rápida. Acredito que consegui me adaptar aos estilos de jogo propostos para poder mostrar o meu potencial e ajudar a equipe. A herança da camisa 10 foi uma surpresa. Jamais esperava ter a oportunidade de vestir a camisa mais pesada da história do futebol mundial. Esse momento, entre os 50 jogos, foi o melhor e ficará marcado para sempre na minha vida”, disse Pirani.
Aos 18 anos (quando estreou), e no Santos há 10 anos, o meia disputou sua primeira partida pelo time profissional do na última rodada do Campeonato Brasileiro, na derrota para o Bahia por 2 a 0. Ao todo, o Menino da Vila tem cinco gols marcados, além de quatro assistências na temporada.
O peixe e sua torcida precisam entender que este ano viramos time pequeno e devemos atuar como time pequeno fraco. Isso não é demérito isto é saber recolher cuidar das feridas e volta com tudo.. enquanto está babaquice de DNA ofensivo ilusório tiver na mente do torcedor e do time vamos ser envergonhado eternamente
Jagadorzim de série B esse aí mais os pés de ratos, Felipe Jonathan, Jean MORTO e Pará deveriam sumirem do Santos.
Carille não vai receber 13° salário querem apostar o Marcelo Fernandes só está de camarote olhando esse é olho gordo.
Gabriel Pirani não é mais um raio (pelo jeito que vai a Base demorará talvez uma década para o Santos FC revelar um novo Robinho ou Rodrygo) mas poderá se transformar num bom e útil jogador. Para isso ele precisará jogar, ganhar “quilometragem” e experiência, treinar muito buscando melhorar as qualidades e corrigir as deficiências, ter foco na carreira e humildade em gol. É bom lembrar que ele tem apenas 18 anos e queimou etapas de preparação.
Torço por ele pois além de tudo é mais um Menino da Vila.
Por conta da impossibilidade de contratar, aliada à falta de dinheiro, houve uma pressão enorme para buscar soluções imediatas em uma base sucateada, que há tempos faz apenas figuração nos campeonatos que disputa. Os garotos da base não estavam preparados para a transição e nem tiveram suporte dos veteranos. Ha problemas na formação dos jogadores tanto na parte técnica quanto na parte física. Os técnicos da base estão mais interessados em turbinar seus currículos do que em formar jogadores. Os garotos parece que são treinados para “kicker” de futebol americano. Finalizam mal, chutam por cima da trave. O desenvolvimento físico também é negligenciado. O Lucas Lourenço, o Pirani, o Allanzinho são jogadores com porte físico de Sub 15. O Patati chegou há dois anos e continua franzino. O Wagner continua Palha. O Ângelo parece que contratou preparador físico por conta própria. Enfim, parece que os garotos precisam se aperfeiçoar por conta própria. O cara é jogado de cabeça e precisa girar no ar, dar um triplo mortal e cair de pé, cravado.