
Sánchez é artilheiro do Santos na temporada, com 16 gols (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
A disputa com o Palmeiras pela vice-liderança do Campeonato Brasileiro e uma premiação R$ 1,6 milhão maior não é a única motivação do Santos para as últimas quatro rodadas da competição.
O técnico Jorge Sampaoli e muitos jogadores já deixaram claro que a equipe ainda mira o recorde de pontos do clube no formato atual do Brasileirão (pontos corridos com 20 clubes). A melhor marca atual pertence ao time de 2016, que somou 71 pontos. O Peixe já tem 68 e pode igualar a marca diante do Fortaleza, nesta quinta, no Castelão.
O Santos ainda pode terminar a competição com o melhor ataque e a melhor defesa de sua história nos pontos corridos. Nesta temporada, a equipe tem 53 gols marcados e apenas 30 gols sofridos.
O melhor ataque desde 2006 foi o de 2010, que tinha Neymar e marcou 63 gols. Para igualar a marca, o Peixe precisaria de dez gols contra Fortaleza, Chapecoense, Athletico-PR e Flamengo.
A melhor defesa nos pontos corridos foi a de 2017, que sofreu apenas 32 gols. Ou seja, a equipe comandada por Jorge Sampaoli só poderia sofrer mais um gol nas quatro últimas rodadas para estabelecer uma nova marca.
Além dos números coletivos, os santistas podem conquistar uma grande marca individual até o final da temporada com o uruguaio Carlos Sánchez. Desde 1940 um estrangeiro não termina um ano como o maior artilheiro do clube, algo que só aconteceu duas vezes na história. Em 1940, o argentino Molina (não confundir com o colombiano Molina) foi o maior goleador do clube na temporada, com 40 gols. Antes, apenas o inglês William Paul havia conseguido o feito, com 14 gols marcados em 1913. Os dados são de Walmir Gonçalves, da Assophis (associação dos pesquisadores e historiadores do Santos).
Carlos Sánchez tem 16 gols até agora na temporada. O segundo colocado na artilharia santista é o atacante Eduardo Sasha, com 13 gols, seguido por Soteldo, com 12.
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