
Wilton Pereira Sampaio é árbitro Fifa e foi quem comandou o duelo entre Santos e Flamengo (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
O Santos decidiu formalizar sua reclamação contra a arbitragem da partida diante do Flamengo, jogo do último domingo. O Peixe enviou documento à CBF onde questiona a utilização do VAR, que anulou dois gols da equipe, além de outros lances durante a partida. A informação foi inicialmente publicada pelo portal Esporte News Mundo e confirmada pelo DIÁRIO DO PEIXE.
O Peixe cobra uma melhor explicação do uso do VAR, que, segundo o clube, deve ser utilizado somente em erros claros e graves, não em lances interpretativos. No intervalo da partida, dirigentes santistas chegaram a entrar no campo para cobrar o trio de arbitragem. Jorge Andrade, diretor de futebol, Pedro Doria e Matheus Rodrigues, ambos membros do Comitê de Gestão do Santos, gritaram com os árbitros. Ricardo Tertuliano, chefe de segurança, estava junto deles, mas foi tentar afastar os cartolas, segundo o próprio árbitro.
“Tiraram dois gols nossos, o VAR está tomando conta desta m…. Eles querem mandar no jogo”, falaram os dirigentes, segundo consta na súmula. Os acontecimentos serão analisados pelo STJD e podem gerar algum problema para o Santos.
Na partida, com os dois gols anulados pelo VAR, o Santos foi derrotado por 1 a 0 pelo time carioca. O Peixe agora está na 10ª colocação do Campeonato Brasileiro, com sete pontos. O próximo compromisso do clube já ocorre quarta-feira, contra o Vasco da Gama, jogo que também será disputado na Vila Belmiro.
SÓ FALTA PUNIR O SANTOS PELA ENTRADA DESSES DIRIGENTES. SERIA O CÚMULO DA PARCIALIDADE!!!!
Perfeita a atitude da diretoria santista, se o lance teve que ser minuciosamente checado por uma banca de analistas, com todos os recursos tecnológicos o utilização do VAR perde o sentido, pois indica lance interpretativo. A reclamação tem que ser feita pelas vias formais. Não tem cabimento a cúpula diretiva do Santos FC invadir o campo para ofender o árbitro. Se os diretores estavam no estádio representavam o Santos e, como dizem, tinham que respeitar a liturgia do cargo que ocupam. Se estavam como simples torcedores não poderiam estar no estádio pois a partida não tinha público.