Diogo Castro é o Gerente Operacional de Logística do Futebol Profissional (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)

O Santos se reuniu com o Diogo Castro, Gerente Operacional de Logística do Futebol Profissional, para entender o que aconteceu no caso envolvendo o meia-atacante Soteldo, impedido de entrar no Chile por falta de visto, na semana passada.

Apesar da falha ter sido considerada “gravíssima”, o tom da conversa foi tranquilo e contou com as justificativas de Diogo. No Santos há oito anos e com prestígio, o clube decidiu permanecer com o profissional. Internamente o gerente é considerado “excelente”.

Diogo Castro esteve com a delegação santista na viagem para Bragança Paulista e organizou normalmente a logística da ida ao Nordeste, marcado para tarde desta terça-feira (30), de olho no confronto contra o Bahia, pela Copa do Brasil.

Entenda o caso

O país Sul-Americano exige um visto para passageiros nascidos na Venezuela. O camisa 10 ficou no Aeroporto internacional do Chile enquanto o restante da delegação seguiu para o hotel. Com ajuda da Federação Chilena de Futebol, o Peixe conseguiu uma autorização extraordinária para conseguir entrar no país.

A situação deixou o venezuelano Soteldo indignado no aeroporto. Irritado, o presidente Andres Rueda também entrou em contato José Carlos de Oliveira, vice-presidente, que está no Chile, para entender a situação e ajudar a resolver a pendência.

Em bate-papo divulgado pelo Santos em seu site oficial no começo de maio, Diogo Castro comentou sobre o trabalho envolvendo viagens internacionais, e citou que, depois da pandemia, os voos comerciais têm horários mais restritos e a contratação de fretados está cada vez mais complicada por falta de tripulação.

“Os processos imigratórios nos países em competições internacionais, com muitos protocolos e documentos necessários. As operações ficaram ainda mais detalhadas e severas, sendo que cada país tinha sua regra e procedimentos”, recordou.

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