
Alison foi o capitão do Santos na Bombonera (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
O volante Alison foi o capitão do Santos na derrota para o Boca Juniors por 2 a 0, na Bombonera, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. O camisa 5 falou na entrevista coletiva após o jogo sobre a saída do técnico Ariel Holan e sobre o momento complicado do Peixe.
“Foi uma saída precoce. O Holan era um cara que estava se esforçando muito para ajudar na evolução do time. Mas no futebol as coisas, infelizmente, acontecem muito rápido. E a gente não pode, na realidade não tem tempo de lamentar. A gente perdeu ele ontem (segunda) e hoje (terça) tivemos um jogo muito importante. Precisamos continuar lutando para nos reerguermos.”, afirmou o capitão.
“É complicado falar depois de uma saída de um treinador. Como eu falei, ele se esforçava muito no dia a dia para buscar a nossa evolução. Mas a gente sabe que o resultado fala mais alto, a cobrança fala mais alto. Agora a gente precisa dar continuidade no trabalho, seja qual for o nosso técnico, o Marcelo Fernandes ou qualquer outro, para evoluirmos e sair dessa situação.”, concluiu Alison.
Ariel Holan pediu demissão após a derrota no clássico contra o Corinthians. De acordo com o presidente Andres Rueda, o técnico estava insatisfeito pelos resultados ruins da equipe e até assustado por ter sido alvo de protesto dos torcedores. Rueda revelou que o apartamento o treinador foi alvo de rojões nos últimos dias.
Alison recebeu o terceiro cartão amarelo na partida e cumprirá suspensão diante o The Strongest, na Vila Belmiro, na próxima semana pela terceira rodada da Libertadores. O Santos ainda não venceu na Libertadores e precisa vencer na próxima rodada para tentar uma classificação para o mata-mata.
O treinador ideal para o momento seria o ANTONIO CARLOS (ZAGO) ex jogador do SFC ,experiente, disciplinador e conhecimento de vestiários.
O projeto do Santos não pode mudar em busca de um time ofensivo, que busca na saída da bola, quebrar a marcação das linhas adversárias, e chegar no último terço do campo adversário com profundidade e poder de finalização e ao perder a bola recuperar e recompor com velocidade ainda no campo adversário. Dito isso, a escola Brasileira da atualidade não tem praticado esse esquema tático de jogo, portanto precisamos fazer igual até ao São Paulo, que insistiu e se encontrou com o Técnico Argentino Crespo. A minha sugestão é o Técnico Argentino que trabalhou com Marcelo Bielsa na Espanha, e está no Unión La Carela vice campeão Chileno, chamado Luca Marcogiusepe. Ontem levou de 4do Flamengo, mas o time ainda está inconstante. Ele viria pelos seus 300 reais. E trabalha com jovens e é considerado o melhor analista de desempenho que esteva na Europa nos últimos anos. Fez trabalho para os melhores times europeus. Se o Santos quer mudar, precisa fazer valer o seu projeto no início da gestão. Mudar de opinião por conta da pressão da torcida é falta de foco.