
Raphael Claus anulou o primeiro gol do Palmeiras (Crédito: Reprodução)
A Confederação Brasileira de Futebol – CBF, divulgou os áudios do VAR no momento do primeiro gol do Palmeiras no clássico contra o Santos, no final da primeira etapa. O árbitro de campo foi chamado na cabine do VAR para revistar um possível toque de Dudu com a mão, o que configurou ‘vantagem’ na defesa santista.
Confira o diálogo:
AVAR: “Checando possível mão. Ele tem essa vantagem (Dudu)”.
VAR: “Claus, eu recomendo a revisão do toque de mão na bola ganhando vantagem”.
CLAUS: “Com o braço aberto, ele domina com o braço. Está com o braço aberto e ele fica com a bola. Vou sair com falta e tiro livre direto da defesa”, comentou o árbitro.
Confira a nota com as regras de lance com mão na bola disponibilizado pela CBF:
Com objetivo de determinar com clareza as infrações de mão/braço, fica definido que o braço tem início na parte superior da axila, como está demonstrado na
figura ilustrativa. Nem todo toque da bola na mão/braço de um jogador é uma infração. Será uma infração se um jogador:
– Tocar a bola com sua mão/braço deliberadamente. Por exemplo, deslocando a mão/braço na direção à bola;
– Tocar a bola com sua mão/braço, quando sua mão/braço ampliar seu corpo de forma antinatural. Considera-se que um jogador amplia seu corpo de forma antinatural, quando a posição de sua mão/braço não é consequência do movimento ou quando a posição da mão/braço não pode ser justificada pelo movimento do corpo do jogador para aquela situação específica. Ao colocar a sua mão/braço em tal posição, o jogador assume o risco de sua mão/seu braço ser tocada pela bola e, portanto, deve ser punido;
– Marcar um gol na equipe adversária: diretamente do toque da bola em sua mão/braço, mesmo que acidentalmente, inclusive o goleiro; ou imediatamente após a bola tocar em sua mão/braço, mesmo que acidentalmente.