Gáston Liendo comandou o Santos no clássico (Crédito: Raul Baretta/Santos FC)

O interino Gáston Liendo analisou o empate do Santos com o Corinthians por 1 a 1, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Brasileirão, neste domingo (15). O auxiliar-técnico comandou o time no lugar de Vojvoda, que cumpriu suspensão por expulsão, e afirmou na coletiva que o gol corintiano ‘golpeou’ o Peixe, que estava melhor até aquele momento.

“O time encaixou bem, mas ,como todo clássico, tem o momento do adversário e o momento nosso. Acho que nos primeiros 20 minutos, até o gol deles, o jogo era nosso. Jogamos no campo adversário e o gol dele golpeou um pouco, mas a equipe continuou com vontade de jogar. Depois eles começaram a jogar um pouco mais com domínio de bola e finalizaram um pouco melhor”, afirmou.

A equipe conseguiu buscar o empate em resposta rápida ao rival, mas não conseguiu mostrar uma atuação melhor para virar o jogo. Gáston ainda viu o roteiro repetir e o Alvinegro também começar melhor na segunda etapa.

“No segundo tempo a mesma coisa, acho que o time começou bem, jogando no campo adversário e provocando faltas, bem posicionados. No fim do jogo aconteceram muitas coisas, um jogador expulso e machucado. A gente tentou arrumar para assegurar o empate porque faltava alguns minutos e eram alguns jogadores a menos. Eu acho que no segundo tempo começamos atacando a trave deles e se posicionamos no campo deles. Tem um adversário também que joga, tem um Corinthians. Nos primeiros 15 a 20 minutos do segundo tempo, estávamos posicionados no campo adversário. Depois tomaram a bola, jogaram e são momentos da partida”, ressaltou.

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Na reta final do jogo, o zagueiro Luan Peres foi expulso com dois amarelos e o lateral-esquerdo Vinicius Lira saiu machucado. Com dois jogadores a menos, o Santos utilizou todas as mexidas: o próprio Lira, os volantes Arão e Gabriel Menino, o meia-atacante Rollheiser e o atacante Thaciano. Ele explicou a saída de Gabigol, autor do gol.

“Gabriel estava com caimbras e pediu a troca na saída do Barreal. Foram duas trocas forçadas. Aliás, quatro. Gustavinho também, teve um bom desempenho físico e estava no limite. E a de Bontempo. Ele fez um esforço muito grande, procurou espaços e fez gol. Valorizamos esse esforço”, concluiu.