
Jobson chegou ao Al-Dhafra (Crédito: Divulgação)
O volante Jobson comentou sobre a gratidão que tem pelo Santos e analisou a passagem no clube de 2019 a 2022. Em entrevista ao Diário do Peixe, o meio-campista revelou que é sempre questionado sobre o Peixe no futebol do exterior e reforça que cumpriu sonho de criança em vestir a camisa santista.
“Minha passagem pelo Santos teve altos e baixos, tive o prazer em conseguir realizar meu sonho de criança que era vestir a camisa do Peixe. Tenho muita gratidão, por todos que torceram por mim naquela época. De positivo, trabalhei com muitos jogadores e treinadores, aprendi muita coisa, senti na pele o é vestir a camisa do Santos. Hoje em qualquer clube que eu vá, todos perguntam do Santos e conhecem o Santos. Foi uma passagem muito positiva e foi uma honra para mim ter vestido a camisa santista”, contou.
Ao todo foram 43 confrontos, com três gols marcados e uma assistência. Pouco utilizado por Sampaoli, o jogador foi titular e destaque na temporada 2020. Perdeu espaço no ano seguinte e foi emprestado ao Náutico em 2022. Jobson lembrou a campanha de vice-campeão da Libertadores com o Alvinegro.
“Foi uma experiência incrível, jogar uma Libertadores e chegar em uma final. Infelizmente tive a lesão cinco dias antes da lesão e não pude participar, mas foram momentos incríveis. Conseguimos montar um grupo incrível, todo mundo se dava bem. Tínhamos um objetivo claro, infelizmente não conquistamos o título, mas aquele grupo deixou uma história e algo marcado para os torcedores. Talvez ninguém acreditava e chegamos. Momento de muita alegria, apesar do final, mas tenho gratidão enorme pelo Santos”, analisou.
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Desde a saída do Santos, passou por Al-Kholoo (Arábia Saudita) e Al-Arabi (Catar) e recentemente fechou com o Al-Dhafra (Emirados Árabes Unidos). O atleta comentou sobre a adaptação no país e ainda acredita estar mais maduro para entregar as funções dentro de campo.
“A adaptação aqui no Emirados Árabes é parecida com a Arábia Saudita. Não tenho dificuldades pois estou vindo de lá. Acredito que seja um pouco mais fácil, mais aberto o país tanto para família. Pessoal tem me recebido bem, estou muito feliz e acredito que já estou conseguindo me adaptar”, explicou.
“Jobson de hoje é muito mais maduro, que tem uma percepção e facilidade maior dentro de campo, o que precisa ser entregue e as funções. Eu sou uma pessoa onde já tive várias experiências, com treinadores e uma facilidade de entendimento do que o técnico exige. É um Jobson mais experiente e consciente do que precisa ser feito. Uma gratidão enorme por todos que trabalhei”, completou.
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