Ângelo entrou no segundo tempo diante o Guarani (Crédito: Ivan Storti/ Santos FC)

O técnico Odair Hellmann explicou sobre a situação do Ângelo na derrota para o Guarani por 2 a 0, em Campinas, pela segunda rodada do Paulistão. O camisa 11 do Santos perdeu o avô durante a semana e foi liberado pelo clube para acompanhar o sepultamento; depois de iniciar como titular contra o Mirassol, o Menino da Vila entrou no segundo tempo do confronto desta quarta-feira (18).

“A gente previa uma situação de menos tempo de participação do Ângelo por tudo que ele passou após o jogo de sábado. Íamos usar ele nos 45 minutos, a ideia era até usar menos, mas como o jogo trouxe outras condições a gente fez a mudança no intervalo para ganhar um pouco de jogo por aquele lado porque no primeiro tempo a gente não conseguiu. Colocar um jogador para que a gente pudesse fazer esse jogo desequilibrar pelos lados”, contou.

Hellmann também foi questionado sobre a busca pelo meio de campo ideal para o Santos. Na estreia do estadual usou uma formação com quatro atacantes, com Zanocelo e Dodi fazendo a dupla de volantes enquanto Soteldo e Mendoza entravam pelo meio. Diante o Bugre, iniciou com Sandry, Dodi e Zanocelo e retornou com quatro atacantes no segundo tempo.

“A solução a gente está buscando. Hoje a gente saiu com três meio-campistas, que tem condições de marcação, de jogar, de ter passe. Depois dos dez minutos do primeiro tempo, onde a gente comete o erro da saída de bola e da possibilidade do pênalti de 1 a 0 que você traz o time da casa com toda confiança e eles fizeram essa pressão nesse tempo, depois estabilizou mais e aquilo que a gente tinha pensado de um jogador a mais de meio, um pouco mais de controle não só apostar na transição e jogar em contra-ataque. Você também precisa ter equilíbrio nesse principal setor que é o meio-campo. A gente tentou fazer isso com nome e característica de passe. Antes do jogo, com a chuva que caiu, o campo que estava, a estratégia teórica tinha tudo para dar certo”, ressaltou.

“A gente saiu muito rápido atrás do placar e isso gera outras instabilidades da partida. Essa busca de meio-campo temos e estamos fazendo nos treinamentos e nos jogos. Essas características que se encaixem e que dê uma instabilidade e um equilíbrio para equipe tanto ofensivo para a parte de definição, cruzamento, último passe e defensivo. As peças vamos visualizando no decorrer dos jogos, vamos visualizar quem está bem para a próxima partida para a gente buscar outro encaixe de meio-campo00”, concluiu.

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