
Carlos Sánchez já se firmou no time titular enquanto Bryan Ruiz ainda não convenceu (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
Com pouco tempo de clube, o meia Carlos Sánchez já é peça fundamental no time titular do Santos do técnico Cuca. Mesmo assim, o uruguaio foi substituído no segundo tempo em sete dos dez jogos com a camisa do Peixe, na maioria das vezes para a entrada do costarriquenho Bryan Ruiz, que ainda não engrenou no Santos.
Aos 33 anos, o uruguaio não vê a parte física como um problema. Suas substituições no segundo tempo são mesmo por opção do técnico Cuca.
“Estou muito bem, não falta físico, são decisões do Cuca. Se for para melhorar o time é bem-vinda a substituição. Ele é quem manda, sempre concordo com o que ele pede para fazer. Se ele acha que eu tenho que sair, tudo bem, é apoiar quem entra para poder cumprir o trabalho”, disse Sánchez em entrevista coletiva nesta sexta-feira no CT Rei Pelé.
Das sete vezes em que foi substituído, em três delas o uruguaio deu lugar a Bryan Ruiz. Ao contrário de Sánchez, o meia costarriquenho ainda não engrenou no time. Reserva no time de Cuca, o meia vem se mostrando mais lento do que o restante dos jogadores e o próprio técnico já disse que faz parte da característica do atleta. Sánchez defendeu.
“Com confiança e minutos ele vai ser quem todos conhecem. Esperamos ajudá-lo. Para ele é algo novo, a gente se apoia e torço para que ele possa render da melhor forma. Às vezes é difícil jogar o que pode em 10, 20 minutos. Joga uma e outra não, é difícil demonstrar em pouco tempo em campo. Com um pouco de confiança ele vai mostrar o jogador que é”, cravou o uruguaio.
Com Sánchez desde o início e Bryan Ruiz no banco, o Peixe volta a campo neste domingo, às 16h, para enfrentar o Atlético-PR na Vila Belmiro, em jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.
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