
Jhojan Julio vem sendo titular com Bustos no Santos (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
O meia-atacante Jhojan Julio foi substituído no intervalo da vitória do Santos por 3 a 0 sobre o América-MG neste domingo, na Vila Belmiro, em duelo válido pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O jogador sentiu dores na panturrilha e foi sacado pelo técnico Fabián Bustos para já iniciar o tratamento e fazer gelo no banco de reservas.
O equatoriano, porém, não preocupa. Ele treinou normalmente na manhã desta terça, no CT Rei Pelé, e estará à disposição do técnico Fabián Bustos nesta quinta-feira (28), às 21h30, contra o Unión La Calera, em jogo válido pela Sul-Americana.
Vale destacar que o equatoriano foi titular contra o Fluminense, Universidad Católica, Coritiba, em dois jogos, pelo Brasileirão e Copa do Brasil, além do duelo contra o América-MG. Contra o La Calera, porém, o treinador argentinou pode mudar a equipe devido desgaste. Julio pode ser um dos poupados.
“Não podemos jogar com o mesmo time em todas as partidas, porque aí você tem lesões, complicações e um monte de situação. O mais importante é boa alimentação, descanso, viagem, descanso, para domingo estar forte para ganhar o jogo contra o América-MG. E contra o Coritiba jogar melhor do que jogamos hoje para tentar virar o resultado. É a única coisa importante. O confronto não terminou”, disse o Bustos.
Já tá na hora de acertar um passe ao menos…
E verdade Rodrigo, com a bola nos pes, ele ainda esta devendo.Porem temos que reconhecer que o trabalho que ele faz sem a bola e muito bom. Ele e extremamente combativo, pressiona muito os adversarios que estao com a bola, atrapalhando o passe deles. Contra o America teve uns 3 lances que nitidamente o adversario rifou a bola de qualquer jeito e foi interceptada por outros jogadores, devido a essa pressao do Julio.Eu acho que ele esta agregando valor ao elenco.
Alô Gil, acho que você aborda um aspecto que me parece bem importante: salvo raras exceções (por ex., Alisson e outro volante que tínhamos na Libertadores de 2011), raramente temos jogadores “mordedores” jogando. OK, nossa tradição é outra, o DNA está mais para arte do que porrada – mas acompanhando o time desde os anos 60 (tenho 70!), acho que nos falta, sim, um pouco de garra, de gana, de disputar a bola com mais vigor. Quem viu Cruijff jogar (era um moooonnnnstro!!!) e, mesmo supercraque, se matar de correr atrás dos adversários e lhes atrapalhar, sabe bem do que estou falando. Abraços à moçada, dáááá-lhe Santos, vamos nessa!