
Cazares é citado como possível reforço do Santos (Crédito: Reprodução)
Um dos possíveis reforços do Santos para o Campeonato Brasileiro, o meia Cazares ainda não definiu a sua situação com o Atlético-MG. O equatoriano quer a rescisão, mas o presidente do clube, Sérgio Sette Câmara deixou claro que só o libera se o acordo trouxer alguma vantagem para a equipe. O dirigente deu entrevista à Band.
“Existe uma situação em que o jogador teve propostas, mas o procurador dele parece ter dificultado a saída. Existe uma coisa que se chama contraponto. Então, tá. Não quis sair? Não quis aceitar determinadas situações porque quis empurrar para o jogador sair sem nenhum tipo de retorno para o clube? Não tem problema. Atlético também sabe fazer birra. Aí ele fica aqui até o final do ano também, se for o caso”, disse o presidente.
“Se aparecer um clube, e ele (Cazares) abrir mão de alguns valores que ele ainda tem para receber no cômputo geral, financeiramente pode ser mais interessante do que ficar aqui parado recebendo salário sem jogar. Quer sair antes? Ok. Então, quanto vai ser a negociação? Eu quero um dinheiro aqui. E ele (Cazares) tem que abrir mão de valores que ele tem para receber tanto atrasados, quanto futuros. Tem que ser uma coisa financeiramente interessante para o Atlético”, concluiu.
Cazares está cotado no Peixe já há algumas semanas. Além do acerto entre o jogador e seu atual clube, o Santos precisa acertar sua dívida com o Hamburgo, para conseguir a liberação para registrar novos jogadores. A dívida com os alemães, pela contratação de Cléber Reis, está em cerca de R$ 30 milhões.
Pelos nomes que circulam na imprensa, (Robinho, Ricardo de Oliveira, Elias, Cazares, Matheusinho,) essa proibição imposta pela FIFA impedindo novos registrosvate que está sendo benéfica para o Santos FC. Se os caras tivessem sido contratados, o Santos FC teria inchado mais ainda a folha salarial com jogadores que pouco ou nada vão acrescentar ao futebol santista. Bem ou mal, o Cuca está conseguindo se virar com o que tem, e ontem, contra um time de qualidade individual muito acima da que tem o elenco do Santos, conseguiu jogar de igual para igual. Não fosse o VAR e o entregador do IFodo, Felipe Jonatan, o Santos poderia ter tido melhor sorte. Com exceção do Matheusinho (a versão 2920 do Vitor Jr), os outros deveriam firmar contrato por produtividade. Não tem cabimento trazer medalhões com salários europeus e futebol decadente.