Gabriel Bontempo fez o primeiro gol e foi um dos destaques do Santos (Crédito: @sudamericanaBR)

Com uma boa atuação, o Santos goleou a UCV por 4 a 1 na noite desta terça-feira, na Venezuela, e encaminhou a classificação para as oitavas de final da Copa Sul-Americana. Gabriel Bontempo fez um dos gols e foi destaque do time. Gabriel Menino, Thaciano e Rony também marcaram. Confira as notas do DIÁRIO.

Gabriel Brazão – Fez um erro bizarro em saída de bola, rebateu uma bola fácil para o meio da área, mas não comprometeu. Nota 5,0

Gabriel Menino – Teve trabalho com Mosquera na defesa, mas participou da jogada do primeiro gol e fez o segundo. Nota 7,0

Lucas Veríssimo – Atuação segura, sem dar espaço para os frágeis atacantes da UCV. Nota 6,5

Adonis Frias – Jogou pouco tempo. Sem nota

João Ananias – Atuação de muita personalidade. Venceu a maioria dos duelos individuais e teve tranquilidade nas saídas de bola. Nota 7,0

Escobar – Atuação regular. Não teve trabalho na defesa e pouco apareceu no ataque. Nota 5,5

Christian Oliva – Tomou conta do meio-campo e deu lindo passe para Gabriel Menino no segundo gol. Nota 7,0

Gabriel Bontempo – Fez o primeiro gol, deu muita dinâmica no meio-campo e foi o destaque do jogo. Nota 7,5

Samuel Pierri – Entrou e manteve o ritmo no meio-campo. Nota 6,0

Rollheiser – Errou passes e pareceu cansado já no primeiro tempo. Nota 5,0

Robinho Jr – Fez a finalização que originou o quarto gol, mas errou todos os outros lances. Nota 5,0

Miguelito – Atuação ruim. Não conseguiu criar jogadas de perigo e deperdiçou muitas bolas. Nota 4,5

Moisés – Entrou e cometeu um erro no lance do gol da UCV. Nota 4,0

Barreal – Fez a jogada do primeiro gol, deu assistência para o terceiro e participou bastante das ações ofensivas. Nota 7,0

Thaciano – Perdeu um gol incrível no primeiro tempo e quase estava perdendo outro no lance do terceiro gol. Nota 5,5

Rony – Entrou com a vontade de sempre e fez o quarto gol. Nota 6,0

Cuca – Acertou na aposta em João Ananias na vaga de Luan Peres e o time teve uma boa atuação coletiva, apesar da fragilidade do adversário. Nota 6,5