Ballio: “A dor deve e tem que afetar para as coisas melhorarem”

Por | 2019-01-10T23:19:33+00:00 10 de janeiro de 2019, 23:19 |

Ballio assumiu a equipe nas vésperas do início da Copinha (Crédito: Pedro Ernesto Guerra de Azevedo/Santos FC)

O empate em 0 a 0 contra o União Mogi na noite desta quinta-feira custou caro ao Santos. A equipe sub-20 foi eliminada da Copa São Paulo de Futebol Júnior na 1ª fase da competição.

Nos três jogos que fez na Copinha, o Peixe só ganhou um: o de estreia contra o Sergipe, goleada por 5 a 1. O resultado empolgou os torcedores, mas depois veio a derrota de virada para o São Caetano por 2 a 1 e o empate sem gols com o time do União Mogi. Com apenas quatro pontos, o Peixe ficou na terceira posição do Grupo 25, sendo desclassificado precocemente.

“Conversei com eles (atletas). É muito doído você participar de um campeonato e sair na primeira fase. Não tem explicação que seja prudente, ou que seja a melhor. A dor deve e tem que afetar muito para que as coisas possam melhorar”, disse no final do jogo o técnico Emerson Ballio.

Esse grupo de jogadores do Peixe vem de resultados ruins desde o primeiro semestre do ano passado. A equipe foi desclassificada na primeira fase em quatro das cinco principais competições que disputou em 2018: Campeonato Paulista, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Copa Ipiranga.

Ballio, que trabalha há anos nas categorias de base do Peixe, assumiu a equipe poucos dias antes da estreia do clube na Copa São Paulo. O treinador ficou com a vaga de Leandro Mehlich, demitido no final de dezembro após um áudio que falava mal da qualidade dos seus jogadores vazou entre os torcedores.

Emerson Ballio evitou falar mal dos atletas, mas comentou sobre essas oportunidades que os atletas estão desperdiçando nas categorias de base do clube. Com tantos resultados ruins, a tendência é que ocorra uma reformulação nas categorias de base do Peixe.

“A competitividade é muito importante. Sem ela, você chega lá em cima e não está pronto. Quando você passa de fase, você compete mais, vai ampliando seu leque de informações, melhorando como profissional. O garoto do sub-20 já é profissional e ele precisa ter isso em mente. Quanto mais ele competir, mais ele vai crescer, mais vai melhorar, para quando a oportunidade na equipe profissional apareça, ele já esteja pronto. E quando você sai na primeira fase, você mostra fraqueza na competitividade, e isso que é preocupante”, disse o comandante santista.

  • Comentar via Facebook
  • Comentar via Diário
Carregando comentrios...

Um Comentário

  1. YUDAO 11 de janeiro de 2019 em 10:00 - Responder

    FAZ UNS TRES ANOS QUE VEJO O ALEXANDRE TAN ,O TALISON NUNCA VI NADA NESSES DOIS , POR QUE SERA QUE ELES SAO TITULARES . NA DEFESA UM TAL DE FELIPE TORRES ESPANAVA QUASE TODAS BOLAS E NA LATERAL UM TAL DE DOQUINHA , ERA UM DEUS NOS ACUDA , O TECNICO ENTAO , NAO PERCEBER QUE NAO PRECISA DE DOIS ZAGUEIROS .JOGADORES BOM VOCE CONHECE PELA DETERMINACAO , TOMADA DE DECISAO E TER CONFIANCA EM SI .OS UNICOS QUE PODEM TALVES VIR A SER APROVEITADOS E O LUCAS LOURENCO E O RUAN

Deixar um Comentário