
Santos terminou a rodada na 14ª colocação (Crédito: Divulgação)
O Santos terminou a 32ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2023 na 14ª colocação depois do empate com o Cuiabá em 0 a 0, na Vila Belmiro, nesta segunda-feira (07). A equipe de Marcelo Fernandes soma 38 pontos com 10 vitórias, 8 empates e 14 derrotas com 36 gols marcados e 55 sofridos.
Nesta rodada, foram quatro vitórias de mandantes, três de visitantes e dois empates; além de 12 gols marcados. O duelo entre Fluminense e São Paulo foi adiado. Na próxima rodada, o Peixe encara o Goiás nesta quinta-feira (09), às 19 horas, no Hailé Pinheiro.
Confira os resultados da rodada:
- Grêmio 1 x 0 Bahia
- América-MG 1 x 1 Atlético-MG
- Palmeiras 1 x 0 Athletico-PR
- Cruzeiro 1 x 2 Internacional
- Red Bull Bragantino 1 x 0 Corinthians
- Fortaleza 0 x 2 Flamengo
- Coritiba 0 x 1 Goiás
- Vasco 1 x 0 Botafogo
- Santos 0 x 0 Cuiabá
- Fluminense x São Paulo (adiado)
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Era jogo de paciência, para tentar ir tocando a bola com calma, e Marcelo Fernandes escala João Lucas e Mendoza, que só sabem entregar a bola para o adversário. Kevyson é outro vaca-brava que passa o tempo todo – e errando – jogar a bola para dentro da área, como se nosso centroavante tivesse capacidade para ganhar uma disputa com os zagueiros. Goiás historicamente é uma pedra no sapato do Santos. Vai ser pedreira ganhar lá.
Era sabido que o jogo do Cuiabá seria difícil, não atoa eles tem uma ótima campanha fora de casa.
Contra o Goiás será outra final, se ganharmos, praticamente atolaremos eles na parte de baixo da tabela, tem que entrar focado neste jogo.
Em tempo, fora Rueda maldito.
Concordo plenamente com os comentários acima. Creio que a nossa situação seria mais confortável se Mr Little Ham tivesse mantido a mesma formação tática do segundo tempo do último jogo. No entanto, para a nossa surpresa, o ‘mister’ preferiu se investir no papel de professor pardal ao escalar nulidades do quilate de Keyvison, João Lucas, Lucas Lima e, principalmente, Mendoza, cujo descomprometimento com o objetivo traçado é evidente. Sabemos que o cobertor é curto, mas, não o suficiente para impedir que a mesma postura tática apresentada no último jogo se repetisse