Rony atuou todo o segundo tempo do Santos (Crédito: Raul Baretta/Santos FC)

O técnico Cuca saiu em defesa do atacante Rony na derrota do Santos para o Atlético-MG por 2 a 1 de virada, na Arena MRV, pela 30ª rodada do Brasileiro, neste domingo (11). O camisa 33 entrou no intervalo da partida na vaga do meia-atacante Rollheiser. O ponta desperdiçou uma jogada de contra-ataque com o atacante Gabriel Barbosa livre e, em outras chegadas no ataque, tomou decisões precipitadas.

“Nós no meio tempo entendemos que a equipe precisava de uma agudez maior, uma verticalidade maior e agredir mais o adversário. Ter uma velocidade maior. Lançamos o Rony e existem situações, precisam ser avaliadas. Na minha ótica, ele não entrou mal, entrou bem, mas as execuções não foram boas. Chegou na linha de fundo duas vezes, com oportunidades de deixar o Gabi na cara do gol, errou o último passe. Era a tática que a gente precisava, incomodou bem mais o Atlético. No último passe, ele pecou. A ideia do treinador é uma ideia, você tem que arriscar”, explicou.

Por outro lado, o comandante santista analisou como “abaixo” do esperado o comportamento do meia-atacante Gabriel Bontempo. Para Cuca, isso é natural, por conta do desgaste após período com a Seleção Brasileira e, também, por tudo o que fez no jogo do meio de semana, diante do Flamengo.

“Dentro disso, jogamos o Bontempo para dentro e ele cresceu na partida em relação ao primeiro tempo. Mas não foi o Bontempo que a gente sabe que ele é. Entrou o Coutinho, um pouco melhor, criou a jogada do gol. Bontempo é um jogador que vem de viagem e no jogo que fez na última quinta-feira foi o que mais correu. É natural que ele tenha cansado e estava extenuado. Gustavinho é outro dos que mais correm. Por isso fizemos as trocas”, completou.