
O auxiliar Cuquinha comandou o Santos no clássico contra o Corinthians (Crédito: Ivan Storti/SantosFC)
O Santos começou melhor o clássico desta quarta-feira diante do Corinthians na Neo Química Arena. Marcando forte na saída de bola do adversário, o Peixe controlou as ações no começo do jogo, fez 1 a 0, mas recuou e permitiu ao adversário crescer na partida e chegar ao empate.
Substituto do técnico Cuca no banco de reservas, o auxiliar Cuquinha, irmão do treinador, afirmou que não deu a ordem para o time recuar e culpou o desgaste pela maratona de jogos da equipe para a postura do time mudar.
“Não houve nenhum pedido para recuar. A proposta foi vencer, fazer pressão e conseguir a vitória no primeiro tempo. Fizemos isso bem até os 30, 35 minutos, mas depois o time foi caindo. Tem as viagens, jogos, fomos sentindo. Jogadores sentem um pouco, é normal”, afirmou Cuquinha.
O auxiliar técnico do Peixe considerou justo o empate no clássico. O Santos chegou a 11 jogos de invencibilidade na temporada.
“Tomamos o gol no fim do primeiro tempo e depois foi outro jogo. Não encaixamos bem, mas fizemos segundo tempo digno. O Corinthians foi um pouco melhor no segundo tempo e nós muito melhores em 30 minutos. Acho que o resultado acabou justo”, analisou.
Saudades do Jorge Desio, auxiliar do Sampaoli, que é tão bom ou melhor que o técnico argentino. O cuequinha mostrou que é irmão do cuca e para por aí. A escalação inicial deve ter sido do Cuca (com o horrível Luiz Felipe na zaga, o temeroso Jobson de 1o.volante, Jean Mota de meia boca e o apenas esforçado Lucas Braga na frente, com o Kaio Jorge, que está anos luz de ser raio, tentando jogar de 7-8-9-10-11, como quer o Cuca), mas, à medida que foi fazendo substituições (realmente necessárias) o time foi perdendo organização (que já não era aquela coisa) e virou um catadão. A garotada que entrou estava totalmente perdida, sem qualquer organização. Os moleques que já não são raios, entrando da forma como foi, direto para a frigideira, até que só ficaram chamuscados. Queria entender quem foi que inventou aquele tiro de meta com o Jobson e o João Paulo, próximos um do outro, lado a lado, com toquinho curto de um para o outro e na sequência passe lateral para o Pará (já pressionado pela marcação alta do adversário). Os santistas na saída já tiram um jogador de linha como opção de passe e ainda ficam encolhidos perto do gol, passando sustos. Qualquer erro e a bola já sobra para o ataque do adversário, bem perto do gol. Quem foi o gênio que criou essa jogada mirabolante, o Cuca? O Arzul?