
Ivonei pode ganhar chance como titular (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
O auxiliar Marcelo Fernandes e o preparador físico Omar Feitosa começaram a esboçar o Santos que entrará em campo na partida contra o Internacional, no próximo sábado. O Santos tem 10 desfalques por conta do Covid: João Paulo, Vladimir, Madson, Lucas Veríssimo, Jobson, Diego Pituca, Alison, Jean Mota, Alex Nascimento e Sandry, além de não ter Soteldo, que está com a seleção da Venezuela.
Em meio a um grande número de desfalques, a principal notícia boa para o Santos é o retorno de Marinho, que cumpriu suspensão na última rodada. Ele deve formar o ataque da equipe ao lado de Kaio Jorge e Lucas Braga, com Arthur Gomes podendo ser deslocado para o meio de campo.
O setor é o principal problema para o treinadores. Na atividade tática dessa quinta, Wagner Leonardo, Ivonei e Arthur Gomes saíram na frente, mas Guilherme Nunes e Lucas Lourenço também podem ter oportunidades.
Na linha de defesa, os desfalques também são grandes, mas as dúvidas menores. Pará, Luan Peres e Felipe Jonatan vão para o jogo. Laércio e Luiz Felipe brigam pela última vaga. John será o titular no gol.
Um possível time tem: John; Pará, Laércio (Luiz Felipe), Luan Peres e Felipe Jonatan; Wagner Leonardo (Guilherme Nunes), Ivonei e Arhtur Gomes (Lucas Lourenço); Marinho, Kaio Jorge e Lucas Braga.
Santos e Internacional se enfrentam neste sábado, 16h30, na Vila Belmiro. Para saber o time que entrará em campo, o Peixe ainda aguarda o resultado dos últimos testes de Covid-19, que sairão nesta sexta.
E por onde anda o eterno auxiliar técnico Serginho Chulapa? Faz trocentas anos que o ex-jogador faz parte da comissão técnica fixa, mas nós momentos em que se necessita, cadê o cara? A preparação não deveria ser feita pelos auxiliares técnicos ao invés de recorrer ao preparador físico? Cada macaco no seu galho, preparador físico tem que mais e cuidar da condição física do time, que normalmente despenca nos 15 minutos finais de cada tempo. No mesmo sentido, tem o Renato Que Joga de Terno. Até recentemente, conforme relatos dos jogadores, quem fazia às vezes de diretor de futebol era o próprio Cuca. Agora o Rollo trouxe o tal Chimemes, digo, Ximenes e o estagiário de diretor Márcio Santos.. O Renato, que antes jogava de terno, agora que é diretor vive de roupa de treino, batendo uma bolinha com os jogadores. Qual será a exata necessidade de ter um ex-jogador contratado como diretor para ficar participando do treino, uma vez que a comissão técnica já está inchada e a diretoria idem? São mais de 500 funcionários, mas alguns sao de necessidade duvidosa. Ainda bem que a torcida faz vaquinha para ajudar a bancar os salários dessa turma. Quanto a escalação, utilizar novamente o Arthur Gomes como meia e o fim da picada. O jogador já está queimado, não consegue dar conta na sua posição de origem e ainda tem gente que acredita que ele vá fazer alguma coisa como meia. Dentre as opções disponíveis, o Ceará e o que reúne melhores condições, além de deter feita algumas boas partidas pelo time de Aspirantes (afinal, para que é que serve esse time, senão para avaliar jogadores para o time principal?). O Lucas Lourenço tem alguma técnica, mas não tem porte físico de jogador profissional, não consegue proteger a bola, ganhar uma dividida. Repete a história do baixinho Lucas Otávio, que se aposentou precocemente. Começar o jogo com Arthur Gomes e Lucas Braga e pedir para levar na cabeça. Depois vão culpar os garotos da base. Vão dizer que o time entrou desfalcado e os garotos sentiram a pressão, quando na verdade, o time entrou em campo em desvantagem por conta da escalação equivocada. O Ceará não pode ser pior que o Arthur Gomes improvisado. Se for assim,precisa parar e começar acostumar para o ENEM. O Arthur Gomes e o Lucas Braga são jogadores de lado de campo, ali no banco de reservas. O perigo é o Marcelo Fernandes abrir mão de atacar, optar por uma retranca e, com isso ver o time amassado, prensado na defesa.