Sampaoli e Santos brigam na justiça pela rescisão (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)

Depois de se encontrarem em campo na noite desta quarta-feira, Santos e Sampaoli de reencontraram nesta quinta para audiência na Justiça do Trabalho. Diferente do Brasileirão, na corte ainda não teve vencedores. O dia foi das duas partes serem ouvidas sobre a rescisão, feita em dezembro de 2019. A informação foi publicada inicialmente por A Tribuna, confirmada pelo DIÁRIO DO PEIXE.

O juiz Wildner Izzi Pancheri, da 5ª vara de Santos, ouviu, através de videoconferência, os depoimentos do treinador e de um representante do clube. Ele marcou uma nova audiência para o dia 22 de setembro.

Na ação movida pelo técnico, Sampaoli cobra o valor da multa rescisória (cerca de R$ 10 milhões) por alegar atrasos no pagamento de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), além da premiação pela classificação do Santos para a Copa Libertadores, que deveria ser paga em janeiro.

O Santos, por sua vez, alega que o treinador pediu demissão no dia 10 de dezembro (ele alega ter sido no dia 11). Com isso, o clube cobra o pagamento da multa por parte de Sampaoli, já que a cláusula só perderia o valor depois do dia 10 de dezembro.