
Lima está emprestado pelo Fluminense até o fim do ano (Crédito: Raul Baretta/Santos FC)
O meia Lima deixou o posicionamento ‘aberto’ para a escolha da comissão técnica de Cuca. Apresentado pelo clube em coletiva, o jogador afirmou que também foi um ‘curinga’ quando atuou no Fluminese. Com outros reforços e jogadores do Santos, ele disputa posição no meio com Neymar, Rollheiser, Bontempo, Arthur e Coutinho, que em breve será anunciado pelo Peixe.
“Questão de posição, não vejo problema algum jogando mais no ataque, de meia ou de volante. Foi assim na minha chegada no Fluminense, joguei como curinga e na época era Diniz o treinador. A gente rodava bastante. Já conversei com o Cuca e o Cuquinha. Perguntaram onde eu preferia e falei que onde eles pedirem, quero ajudar. A beirada ou na outra. Um time que trabalha bastante com a bola, mas é difícil escolher posição onde vou me sentir melhor. Desde quando comecei, não vejo problema algum posições. Ali no meio ou na beirada posso ajudar também. Estar ao lado de grandes jogadores, a gente começa a se entender bem dentro de campo”, afirmou.
Lima ainda comentou sobre o reencontro com ex-companheiros no atual time. Ele atuou ao lado de Cebolinha e Arthur na base do Grêmio e rasgou elogios à Neymar. Desde semana passada com o grupo, o meio-campista afirmou estar se adaptando ao elenco.
“Uma honra jogar com eles novamente. Fui feliz com eles na base do Grêmio, inclusive com o Jardine na época. Depois de tanto tempo a gente jogar a favor. Já joguei muito contra o Cebolinha, no Fla-Flu. Agora poder jogar com eles experiente vai ser importante e espero que a gente se dê bem novamente. Já já Neymar de volta, poder compartilhar com ele esse talento em campo. Já joguei contra ele. Uma honra estar encontrando o Cebolinha, o Arthur e vai ser muito importante para mim. O Arthur, um cara que já joguei junto, Cebolinha, Bontempo. Estou me adaptando bem com eles”, completou.
Por fim, o jogador ainda falou do clima leve do elenco e a busca por um título da Sul-Americana, que seria inédito para o Alvinegro e para ele.
“Jogadores diferentes, clima leve e desde quando cheguei vi o vestiário tranquilo, brincalhão. Energia boa e leve. Creio que está se encaminhando para a gente buscar essa tão sonhada Sul-Americana, que o Santos precisa. Eu também ainda não tenho e vai ser uma honra poder conquistar”




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