Marinho foi o capitão contra o Fortaleza (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)

Escolhido para ser o capitão do Santos na partida contra o Fortaleza, o atacante Marinho vive um dos melhores momentos da sua carreira, sendo decisivo em campo e liderando seus companheiros durantes os jogos. Em entrevista depois do empate, ao Premiere, o jogador falou sobre ter recebido a braçadeira.

“Orgulho maior é vestir essa camisa, um orgulho que é complicado falar, emoção muito grande por ser capitão do time. Mas capitão são todos que estão buscando, trabalhando, fazendo seu melhor. Silêncio foi mais para focar no trabalho, que todo mundo fale do Marinho mais pelo que faz no campo, momento meu de trabalhar, que meu nome não venha como meme, mas com meu trabalho mesmo em campo”, afirmou Marinho.

O empate foi considerado um tropeço para Marinho, assim como a última rodada, contra o Botafogo, em que o atacante ficou dentro de campo e até chorou.

“A gente fica mal, para a gente pelo o que a gente criou, fiquei mal quando empata. Foi gosto de derrota, fiquei num momento meu, às vezes chega no vestiário e quer quebrar tudo, fiquei comigo mesmo desabafando ali. Essa coisa da seleção não me frustra, Deus sabe toda as coisas, faço meu trabalho no Santos e o que acontecer será lucro”.

Marinho e o Santos voltam a campo na próxima quinta-feira, quando enfrentam o Olimpia, no Paraguai, pela Copa Libertadores. No Brasileirão, o próximo jogo é no domingo, contra o Goiás.