Odair lamentou classificação sem público na Copa do Brasil (Crédito: Raul Baretta / Santos FC)

O técnico Odair Hellmann avaliou a comunicação em campo da equipe na vitória sobre o Iguatu-CE por 3 a 0, na Vila Belmiro, pela segunda fase da Copa do Brasil, jogo disputado na quinta-feira. Foi possível captar a fala do treinador e dos jogadores uma vez que o Peixe cumpriu punição e atuou de portões fechados na classificação.

“De comunicação a gente sempre tem que trabalhar mais, a comunicação é muito importante dentro do campo. Principalmente dos jogadores que estão por trás, visualizando todos os movimentos e isso é uma coisa que a gente têm falado, comentado e evoluímos nesse aspecto. O jogo foi como aqueles que vivemos na pandemia, você não tem a pressão do torcedor quando está mal e para te colocar para cima quando você precisa. É aproveitar a leveza da situação, de uma não pressão em determinados momentos e a concentração e foco no jogo para se motivar e vibrar”, analisou o treinador em sua coletiva de imprensa.

Hellmann lamentou ainda o confronto sem torcida e revelou pedido de música para não ficar o silêncio na Vila Belmiro. Ele ainda contou que evitou a comunicação em tom mais alto já que o microfone da transmissão e o treinador adversário poderiam ouvir a estratégia da equipe santista na partida.

“Quando entrei para dar entrevista antes do jogo…te coloca para baixo. Eu queria música, pedi música da torcida. Falei com os jogadores para não ser uma decisão só minha, porque o ambiente dá até mais tristeza. O futebol sem torcedor não tem sentido. Se você não está muito concentrado, focado na partida, aquela energia vai te colocando para baixo. Não pudemos colocar música. Esses jogos são muito perigosos nesse sentido. Foi importante a equipe ter essa concentração e essa energia alta”, revelou o técnico, que completou:

“Os jogadores falavam baixo, eu me cuidei. Tenho o microfone do meu lado, o treinador adversário também e é difícil. A comunicação sempre temos que melhorar, mas dentro da proposta do jogo tivemos energia e vibração para fazer o que tinha que ser feito”.

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