José Carlos Peres comando o Peixe desde janeiro de 2018 (Crédito: Ivan Storti/SantosFC)

A punição imposta pela FIFA ao Cruzeiro (perda de seis pontos no Brasileiro da Série B) no último mês gerou preocupação nos torcedores santistas. O fato com a equipe mineira ocorreu por conta de uma dívida de cerca de R$ 5 milhões com o Al Wahda, dos Emirados Árabes, pelo empréstimo do volante Denílson, em 2016.

Nos últimos meses, o Peixe recebeu alguns processos por não pagar dívidas antigas. Mas o presidente José Carlos Peres segue tranquilo de que nada parecido pode acontecer com o Santos.

“A dívida do Cruzeiro era de 2016. Segundo nossos advogados, 2016 era um legislação diferente. Estamos na legislação de 2017 e, segundo nossos advogados, não gera perda de pontos. Temos que pagar. Quem deve, paga”, comentou Peres no programa Expediente Futebol, do Fox Sports.

O Peixe já está proibido de inscrever jogadores devido a uma dívida com o Hamburgo, da Alemanha, pela contratação do zagueiro Cléber Reis, realizada em 2017. Os valores atuais giram em torno de R$ 20 milhões.

“Essa dívida foi contraída em 2017 pelo ex-presidente do Santos. Quando nós assumimos, em 2018, procuramos o Hamburgo. Eles disseram que eram 2,5 milhões e meio de dólares, mais 750 mil euros de multa. Não achamos justo e continuamos negociando”.

Outras duas ações na FIFA contra o Santos são pelo empréstimo do zagueiro Luan Peres, do clube Brugge, da Bélgica, e pela contratação do zagueiro Felipe Aguilar junto ao Atlético Nacional, da Colômbia. O caso envolvendo o meia Christian Cueva também está na FIFA, mas nesse processo é o Peixe que cobra os valores do Pachuca, do México.