
Santos negocia com consórcio que administrará o estádio (Crédito: Reprodução)
O Consórcio Patrimônio SP assume o controle do Estádio do Pacaembu a partir de janeiro do ano que vem. Principal mandante de jogos no local nos últimos anos, o Santos já está em negociação com o grupo, liderado pela construtora Progen. As mudanças previstas para o estádio, com a diminuição de lugares, não tem agradado o presidente José Carlos Peres, que já se posicionou sobre o
“Se o estádio ficar com 26 mil, não interessa para a gente. Podemos jogar no Morumbi, Allianz, ou termos outro estádio. Temos que terminar essa conversa, saber efetivamente a capacidade. Pacaembu tem que ter pelo menos 35 mil. Não dá para imaginar 26 mil. Santos precisa atuar em São Paulo, não significa só Pacaembu. Importante é atender grande parte da torcida na capital, sem esquecer da Vila Belmiro, que passará por retrofit e terá entre 23 e 25 mil de capacidade. Precisa ter capacidade de pelo menos 35 mil para fases finais da Libertadores, quando renda começa a ficar interessante”, disse o presidente José Carlos Peres, em entrevista à Rádio Bandeirantes.
O projeto do Consórcio Patrimônio SP conta com a demolição do Tobogã para a construção de um prédio de cinco andares, com lojas, restaurantes e escritórios. Com isso, a capacidade do estádio seria para 26 mil pessoas. O Consórcio já declarou também que pretende melhorar as condições de serviços para os torcedores no novo Pacaembu e, com isso, os ingressos serão mais caros.
Na mesma entrevista, o mandatário santista também falou sobre o modelo que defende para essa parceria e deixou claro que as negociações ainda estão longe do fim.
“Obras no Pacaembu só depois do fim do Campeonato Paulista em 2020. Santos defende o modelo do Palmeiras, cedemos a marca, estádio com nome e cores do Santos. Pega a chave e entrega depois do jogo. Temos que negociar bastante, cada um tem seu pensamento e temos que equalizar para firmar o contrato”




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