Pituca comemora estreia no profissional e planeja novos voos

Por | 2018-04-16T09:45:37+00:00 16 de Abril de 2018, 8:00 |

Pituca veste a camisa 21 do Peixe na temporada 2018 (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)

Foram muitos os fatores para comemorar a vitória por 2 a 0 na estreia do Campeonato Brasileiro no último sábado, diante do Ceará, no estádio do Pacaembu. O Santos não vencia seu primeiro jogo na competição desde 2005. A equipe não só venceu, mas convenceu. O jovem Rodrygo, de 17 anos, desequilibrou outra vez e começa a ser protagonista. A defesa não tomou gol. Mas ninguém vibrou tanto após o término do jogo como o meia Diego Pituca, que fez, enfim, sua estreia como jogador profissional do Peixe.

“Esse é um dia que vai ficar na minha memória para sempre. Estou muito feliz, ainda mais por estrear com vitória. É um sonho, mesmo que pouco tempo em campo, foi muito bom estrear com a camisa do Santos. Muito feliz, não sei nem o que falar, momento de muita felicidade”, disse o jogador, de 25 anos.

Contratado em maio do ano passado junto ao Botafogo de Ribeirão Preto, Pituca chegou à Vila Belmiro para integrar a equipe do Santos B. Habilidoso e polivalente, podendo atuar como meia, volante e lateral esquerdo, logo destacou-se e foi um dos líderes do time que ficou no final do ano com o vice-campeonato do Brasileiro de Aspirantes. Com a chegada de Jair, no começo da temporada, foi então chamado para fazer testes na equipe principal. Aprovado, ficou treinando por quase três meses até entrar em campo pela primeira vez.

Ainda pouco acostumado a dar entrevistas, Pituca não é de muitas palavras, mas no seu discurso uma coisa não falta: gratidão ao técnico Jair Ventura. Foi o treinador que acreditou em seu futebol e o incentivou a seguir lutando por seu espaço no clube.

“O Jair ajudou não só eu, mas todos os moleques que subiram. É um cara correto, um cara que eu tenho admiração. Estou muito feliz e espero contribuir ainda mais. Espero que seja um ano maravilhoso, não só para mim mas para o Santos também”, comentou o jogador, que agora passa a sonhar um dia em ser titular do Santos, mas com os pés no chão, como foi até agora seus dias de Vila Belmiro.

“Depende do Jair, dos treinamentos também, mas pouco a pouco vai dar certo”.

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