
Rogerio Ceni comentou sobre polêmica com Neymar (Crédito: Fotos: Rafael Rodrigues/EC Bahia)
Velho conhecido do meia-atacante Neymar Jr. desde os tempos em que defendia o gol do São Paulo, Rogério Ceni, hoje treinador do Bahia, dedicou parte de sua entrevista coletiva após o empate diante do Santos, sábado (24), na Vila Belmiro, para falar sobre as confusões protagonizadas pelo camisa 10 rival na partida.
Antes de falar sobre os lances envolvendo Neymar e Rodrigo Nestor, que culminaram com a expulsão do craque santista, Ceni relembrou como eram os encontros durante a época em que era jogador. E exaltou sua admiração por Neymar.
“A idade é muito diferente. Quando eu jogava contra ele, era um jovem garoto. Agora, mais maduro, eu vejo pela juventude, pela garotada, a admiração que todos têm por ele. Para mim, talvez seja o jogador mais talentoso da última década, da última geração. Por mais que você seja adversário, esteja em outro time, eu tenho, antes de tudo, um respeito e uma admiração futebolística por ele”, afirmou.
Ao comentar, enfim, as polêmicas da partida entre Santos e Bahia, evitou se alongar, mas fez um alerta importante ao capitão alvinegro. “A parte do Nestor, o Nestor deu entrevista a vocês, acho que fica registrado o que ele falou, mas isso não tira o carinho e a admiração que eu vejo dos jovens por ele. Ele é um espelho para muita gente, tem que ter cuidado com todas as ações, mas, ali, a parte do Nestor, eu não vou repetir. É uma coisa com a qual ele tem que se policiar. Eu vi poucos jogadores tão talentosos como o Neymar ao longo da minha carreira”, completou.
Ceni minimiza empurrão de Neymar: “É do jogo”
Durante a partida, Neymar e Rogerio chegaram a discutir na beira do gramado, e o craque deu um ‘empurrão’ no comandante do Tricolor de Aço. Ceni não mostrou qualquer ressentimento pelo ocorrido e que isso foi resolvido em campo. Além disso, o treinador afirmou que não viu falta em Neymar no início na jogada que gerou o gol do Bahia.
“Com relação à parte comigo, zero problema. É do jogo. Ele defende o Santos, eu defendo o Bahia. Eu conversei com ele e disse que achei que não tinha sido falta, que o lance era legal, de gol. Ele se pôs à frente, me deu um empurrão, mas são coisas do jogo, que se desenvolvem dentro de campo”, finalizou.




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