Marcelo Teixeira é o presidente do Santos até o fim de 2026 (Foto: Divulgação / Santos FC)

O Santos não aderiu ao movimento de clubes que buscaram o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar as restrições impostas às casas de apostas esportivas no futebol brasileiro. O Peixe não aparece entre as equipes que solicitaram participação nas ações que discutem os efeitos da medida.

A decisão que motivou a reação dos clubes envolve a retirada das empresas de apostas do mercado esportivo, impactando principalmente contratos de patrocínio firmados entre as equipes e as chamadas bets. Os clubes que recorreram ao STF alegam que a mudança pode causar prejuízos financeiros e afetar acordos comerciais já estabelecidos.

Flamengo, Botafogo, São Paulo, Vitória, Ponte Preta, Guarani e Portuguesa estão entre as equipes que buscaram a Justiça para participar das discussões. O argumento dos clubes é que a interrupção dos contratos pode comprometer o planejamento financeiro das instituições.

O Santos, porém, ficou fora da iniciativa até o momento. O clube não assinou o movimento e não apresentou pedido para participar das ações que tramitam no Supremo.

Santos já havia encerrado acordo com Novibet

A situação do Peixe é diferente de alguns dos clubes envolvidos na disputa porque a equipe já não tinha mais vínculo ativo com uma empresa de apostas como patrocinadora máster.

O Santos havia firmado contrato com a Novibet, que previa um pagamento de aproximadamente R$ 35 milhões por temporada, mas a parceria foi encerrada após as mudanças envolvendo a regulamentação do setor.

Desde então, o clube passou a não estampar a marca da empresa no uniforme e acompanha os próximos capítulos da discussão envolvendo as bets e o futebol brasileiro.