
Vinicius Rocha é um dos destaques do Santos (Crédito: Fábio Souza)
O volante Vinicius Rocha, ao lado do atacante Nadson, representa o Santos na Seleção Brasileira Sub-17 neste período de treinamentos de agosto. Ao lado de mais 23 jogadores chamados pelo técnico Carlos Eduardo Patetuci, a Amarelinha segue trabalhando na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), de olho na Copa do Mundo da categoria, marcada para novembro, no Catar.
“Quero agradecer a Deus por estar aqui representando a Seleção mais uma vez. É sempre muito bom estar aqui. Ir a uma Copa do Mundo é uma baita experiência. Eu tive a oportunidade de estar lá com uma geração muito unida, a Geração 2008. Espero poder trazer para esse grupo um pouco do que vivi naquela experiência e, quem sabe, conseguir conquistar o título com essa geração”, celebrou.
A Seleção vai realizar dois amistosos contra a Venezuela. O primeiro confronto está marcado para quinta-feira (20), às 11 horas. E no domingo (23), as equipes voltam a se enfrentar, às 10 horas. Vinicius projetou os duelos e revelou pedido da comissão técnica de como trabalhar com a bola.
“Espero uma excelente partida de todo mundo e que a gente saia com a vitória. A Venezuela é uma seleção muito boa, mas acho que esses jogos vão ser de grande ajuda para a gente, principalmente pela experiência que vamos adquirir. Dudu sempre pede para a gente rodar a bola rápido, conversar com a equipe e ter confiança para jogar. Aqui é a Seleção, então não tem que ter medo de jogar”, afirmou.
Mais experiente, o Menino da Vila participou do Mundial da categoria no ano passado e do Sul-Americano deste ano. Um dos mais ‘velhos’ do plantel, ele comentou como pretende contribuir com o grupo a partir do que aprendeu na primeira oportunidade. Para ele, uma competição desse nível exige concentração e, acima de tudo, união entre os jogadores.
“É uma responsabilidade muito grande por ser um dos mais velhos e ter mais experiência. É uma responsabilidade gigantesca, mas acho que, se conseguirmos fazer isso da melhor maneira, vai dar tudo certo. É uma competição muito difícil, em que tudo se resolve nos detalhes. A gente tem que aproveitar ao máximo as oportunidades e correr um pelo outro. Precisamos ser uma equipe muito unida, porque só assim podemos chegar ao título”, completou.




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