
O Santos atravessa uma temporada dividida entre a esperança nos torneios eliminatórios e a preocupação no Campeonato Brasileiro. Enquanto o clube se mantém vivo na Copa do Brasil e na Sul-Americana, a campanha nacional ainda não oferece a tranquilidade esperada pelo torcedor.
A sequência decisiva também chama a atenção de quem acompanha o Santos pelo mercado de apostas, pois os próximos confrontos podem alterar rapidamente as perspectivas da temporada. Análises de desempenho dos últimos jogos e projeções para os próximos podem indicar que o Peixe tem chances de se afastar da “zona da degola” e buscar algo mais na temporada. O Peixe ainda pode terminar o ano com uma campanha relevante. No entanto, a distância mínima para o Z4 impede que o clube trate o campeonato nacional como uma preocupação secundária.
O desempenho nos últimos seis jogos (três pela Sulamericana e três pelo Brasileirão) pode ser a luz no fim do túnel que os torcedores que usam o código promocional Betnacional METROVIP para apostar no sucesso do time, buscam. Quatro placares elásticos ( 3 x 0 sobre o Desportivo Cuenca, 3 x 1 no Vitória e 4 x 2 e 4 x 1 em cima do Universidad Central), somados a uma derrota para o Botafogo fora de casa e um único resultado “ruim” que foi o empate com a Chapecoense em casa, dão esperanças aos santistas.
Classificações mantêm abertas duas frentes importantes
Na Sul-Americana, a classificação para as oitavas de final veio após duas vitórias sobre a Universidad Central da Venezuela. O Santos ganhou por 4 a 1 em Caracas e por 4 a 2 na Vila Belmiro, fechando o confronto com um expressivo placar agregado de 8 a 3.
O próximo adversário será o Macará, do Equador. A vaga oferece ao Santos a possibilidade de construir uma campanha continental relevante depois de uma fase de grupos irregular, na qual a equipe não conseguiu avançar diretamente às oitavas.
Na Copa do Brasil, o Peixe eliminou o Coritiba depois de empatar sem gols na Vila e vencer por 2 a 0 como visitante. Agora, enfrentará o Remo nas oitavas: o primeiro jogo será em 1º de agosto, na Vila Belmiro, e a volta ocorrerá no dia 4, no Mangueirão. O confronto abre um caminho possível, mas exige atenção contra um adversário que também disputa a Série A.
A classificação do Brasileirão ainda inspira cuidado
O panorama é bem diferente no campeonato nacional. Após 20 rodadas, o Santos ocupa a 14ª posição, com 22 pontos, resultado de cinco vitórias, sete empates e oito derrotas. São somente quatro pontos a menos que o São Paulo, 12º colocado, mas apenas um a mais que o Vasco, primeiro time dentro do Z4.
A proximidade entre tantas equipes permite interpretações opostas. Uma pequena sequência de vitórias colocaria o Santos no meio da tabela e mudaria o tom da temporada. Dois tropeços, porém, poderiam levar o clube novamente à zona de rebaixamento.
O empate por 2 a 2 com a lanterna Chapecoense mostrou por que o Peixe ainda não conseguiu mudar de patamar. Neymar marcou duas vezes, mas o time permitiu a virada no segundo tempo e precisou de um pênalti nos minutos finais para evitar a derrota. Após a partida, Cuca reconheceu a preocupação com o rebaixamento e calculou que ainda serão necessários pelo menos 23 pontos para garantir a permanência.
As próximas rodadas definirão o verdadeiro objetivo
A diferença de seis pontos para o oitavo colocado mostra que uma campanha melhor continua matematicamente possível. O problema está na falta de regularidade: com apenas cinco vitórias em 20 jogos, o Santos ainda não reuniu resultados suficientes para abandonar a disputa contra o Z4.
O calendário também cobrará equilíbrio do elenco. Entre os confrontos das copas, o Peixe terá compromissos importantes pelo Brasileiro diante de Athletico-PR, Vasco e Mirassol. Os dois últimos estão diretamente envolvidos na luta da parte inferior da classificação.
O Santos tem qualidade ofensiva para buscar uma posição mais confortável e seguir avançando nos mata-matas. Antes de falar em parte de cima, porém, precisa transformar boas atuações isoladas em uma sequência. As copas podem dar brilho ao ano, mas é o Brasileirão que determinará se a temporada será conduzida com ambição ou sob permanente ameaça.




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